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Novo ministro da Defesa reitera engajamento do Governo na continuação da reforma nas Forças Armadas

Cidade da Praia, 22 Jan (Inforpress) – O ministro da Defesa, Rui Figueiredo Soares, reiterou hoje o engajamento do Governo no sentido de continuar a reforma em curso para a melhoria dos serviços das Forças Armadas.

Faltando três meses para o fim do mandato do Governo da IX legislatura, o novo ministro da Defesa, que substituiu Luís Filipe Tavares, efectuou hoje a sua primeira visita às estruturas das Forças Armadas na ilha de Santiago, tendo destacado o contributo dado por esta instituição ao longo dos anos.

Rui Figueiredo Soares, que assumiu as funções recentemente, reconheceu que já não pode fazer “milagres” diante dos muitos desafios que as Forças Armadas têm pela frente.

Entretanto, comprometeu-se a continuar a trabalhar “arduamente” no sentido de reforçar os ganhos e perspectivar outras acções que visam melhorar, ainda mais, as condições de trabalho dos efectivos das Forças Armadas.

“Nestes três meses iremos tentar ver o que é possível. Serão questões mais do dia-a-dia da gestão, como os estragos causados pela chuva, eventualmente, melhoria das condições de alimentação, mas as grandes questões de fundo, nestes três meses, o que vamos fazer é projectar as cooperações e os acordos necessários para resolver de uma forma sustentável”, frisou.

As questões de fundo como melhores condições financeiras, modernização de equipamentos e armamento, meios de projecção tácticos e operacionais da guarda costeira, são os desafios apontados pelo chefe de Estado-Maior das Forças Armadas, major-general Anildo Morais, e que o Governo se compromete a procurar soluções junto dos parceiros internacionais.

“Temos de encontrar com os nossos parceiros internacionais, que também se interessam pela questão da segurança nacional, temos de encontrar os meios necessários de fazer face aos grandes investimentos necessários em termos de equipamento, barcos, aviões, helicóptero, que são importantes para a missão das forças armadas”, sublinhou o ministro.

Continuar a melhorar as condições nos quartéis para dignificar a vida dos militares, continuar o plano de formação dos militares no estrangeiro são outros desejos da corporação.

As Forças Armadas de Cabo Verde têm neste momento 1.803 efectivos, entre praças, oficiais e sargentos.

AM/HF
Inforpress/Fim

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