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MpD garante que nenhum gestor público aufere salário superior a 300 mil escudos

Cidade da Praia, 08 Mar (Inforpress) – O Movimento para a Democracia (MpD, poder) garantiu hoje que nenhum gestor público aufere salário superior a 300 mil escudos, apontando que o Governo conseguiu racionalizar os recursos do Estado com a limitação salarial.

A posição foi defendida à imprensa pelo secretário-geral adjunto, Euclides Silva, reagindo às declarações do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV, oposição), no sentido de que a nomeação de Miguel Monteiro para gerir a Bolsa de Valores de Cabo Verde é “vergonhosa”.

O responsável começou por dizer que o comportamento é consequência do “desespero da oposição”, pois, realçou, sabe que o País, apesar da pandemia e de três anos de seca severa, vem sendo “bem gerido” e liderado, aliás “como demonstram os recentes dados trazidos pela Freedom House”.

Explicou que o PAICV questionou a nomeação de Miguel Monteiro, afirmando que o acto não é mais do que “clientelismo e demonstra que não há transparência” no acesso às funções públicas.

“Estranhamos esta afirmação, vindo de um partido liderada por Janira Hoppfer Almada, que todos sabemos tentou colocar o seu marido como administrador do Instituto Nacional de Providência Social (INPS), instituição que tutelava enquanto ministra”, assinalou.

Referiu que seu partido estranhou também que seja o PAICV a colocar em causa o suposto salário de 550 mil escudos auferido pelo presidente da Bolsa de Valores, quando “todos sabem”  dos vários “salários astronómicos” que eram auferidos antes de 2016, pelos “gestores camaradas”.

“Tudo isso mudou com a entrada do MpD e com a limitação de salários e outras remunerações, que foi conseguida com as resoluções que harmonizam e limitam a remuneração dos gestores públicos e membros dos conselhos de administração das entidades reguladoras independentes”, frisou.

Assim, garantiu que “nenhum gestor público recebe mais do que 300 mil escudos”, nem 13º, ou subsídio de Natal, ou outros subsídios “encapotados” como era prática antes de 2016.

Recordou  ainda que eram vários os “gestores camaradas que recebiam 400, 550 e até 680 mil escudos por mês, sem contar com outros subsídios”.

“Com esta limitação se conseguiu racionalizar os recursos do Estado, com poupanças que ascendem a 156 mil contos, apenas com limitação salarial”, precisou.

Euclides Silva ressaltou que a nomeação de Miguel Monteiro foi aprovada em Conselho de Ministros, passando por uma audição presencial junto da Auditoria Geral de Mercados e Valores Mobiliários, entidade que superintende todas as instituições financeiras.

“Miguel Monteiro tem capacidade técnica, moral e ética para assumir tão nobre função, tendo sido cumpridos todos os requisitos legais para que esta nomeação acontecesse”, finalizou.

HR/AA

Inforpress/Fim

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