MpD garante que Governo está aberto a apoiar organizações nacionais de cariz social

Cidade da Praia, 21 Jan (Inforpress) – A líder da bancada parlamentar do Movimento para a Democracia (MpD, poder), Joana Rosa, disse hoje que o Governo está aberto a apoiar as organizações de cariz social, dando meios para que possam desempenhar as suas actividades.

Joana Rosa fez esta intervenção à imprensa, à margem da visita que um conjunto de deputados nacionais do MpD realizaram à Cáritas Nacional e ao Citá Habitat, na Cidade da Praia.

Na ocasião, realçou a “grande importância” que as ONG têm na sociedade cabo-verdiana com intervenções de grande relevância, principalmente para combater a covid-19, ajudando o poder público a minimizar problemas.

“Intervenções de apoio social a nível de cestas básicas de financiamento a famílias carenciadas, além do aspecto da habitação social, rendimento das famílias, levar água energia e esgoto para as casas”, salientou.

Revelou que foram apontadas recomendações, com proposta de se criar um orçamento sensível à sociedade civil, como forma de promover um quadro de transparência na utilização de recursos.

“É necessário criar este quadro porque a sociedade tem ainda alguns traumas de gestão de alguns fundos, como por exemplo o Fundo de Ambiente”, frisou
Joana Rosa afiançou que nesta fase da pandemia há muitas pessoas que recorrem a essas organizações, por isso merecem uma atenção especial do poder público, como intermediários com a sociedade, sendo conhecedores da realidade social do país.

“Estamos levando também uma proposta valiosa que está ligada à audição das ONG no Parlamento, para partilhar sobre suas actividades e assim, se poder introduzir políticas públicas viradas a essas instituições”, ressaltou.

Por sua vez, o presidente da Plataforma das ONG em Cabo Verde, Jacinto Santos, indicou que a crise provocada pela pandemia aumentou a responsabilidade das organizações de cariz social, sobretudo aos pedidos que chegam das pessoas.

Nesta linha, defendeu que o País tem um desafio enorme de responder às necessidades que surgiram da crise, por isso precisa criar mecanismos para integrar o máximo possível de pessoas que estão em situações mais complicadas.

HR/CP
Inforpress/Fim

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