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MpD considera “desonestas” recentes declarações da oposição sobre sector da educação

Cidade da Praia, 27 Set (Inforpress) – O Movimento para a Democracia (MpD) considerou hoje, através do seu secretário-geral-adjunto, Carlos Monteiro, “desonestas” as recentes declarações do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV-oposição) sobre o sector a educação.

Carlos Monteiro reagia assim, em conferência de imprensa, na cidade da Praia, às afirmações proferidas pelo membro da Comissão Política do PAICV, Walter Évora, em que disse que o Governo tem “falhado” com os seus compromissos e promessas no sector da educação, principalmente no alargamento da escolaridade obrigatória e gratuita até o 12º ano de escolaridade.

Aquele responsável partidário começou por dizer que o actual Governo, nesses três anos de governação, já desenvolveu parcerias com as câmaras municipais do país, o que, completou, já permitiu a execução de 152 obras de embelezamento em diversas escolas.

Carlos Monteiro disse ainda que no próximo ano lectivo, 2020/21, a isenção de propinas se estenderá até ao 12º ano. Este ano a mesma medida, relembrou, abarcou alunos de até o 10º ano.

“Ou seja, vai se cumprir uma das principais promessas eleitorais relativamente à educação, que foi o ensino gratuito para todos os cabo-verdianos até o 12º ano”, completou.

Outro “facto desonesto” apontado por Carlos Monteiro tem a ver com as declarações do PAICV, acusando o Governo de “lidar mal” com as questões laborais e que persiste em não dar a melhor atenção aos problemas dos trabalhadores da educação.

É que, conforme o secretário-geral-adjunto do partido que sustenta o Executivo, “é de domínio público que uma das prioridades após a entrada em funções deste Governo foi a resolução dos pesados problemas de pendências na carreira da classe docente”

“Só podemos entender tais afirmações do PAICV como sendo afirmações de algum desnorte, de uma oposição que não está a fazer o seu trabalho de casa, não está a acompanhar a governação ou está de muito má-fé”, arrematou Carlos Monteiro, exortando ainda o Governo a “manter o foco” e a “acelerar as reformas”.

GSF/ZS

Inforpress/ Fim

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