Mosteiros: Monte Queimado é o espaço ideal para instalação do museu do café e a Câmara vai negociar com os proprietários esta possibilidade – edil

 

São Filipe, 04 Mai (Inforpress) – O morgadio de Monte Queimado, uma das localidades mais emblemáticas da produção do café, é o espaço ideal para instalação do museu do café, defende o edil dos Mosteiros, Carlos Fernandinho Teixeira.

A edilidade celebrou com o Governo um protocolo para cedência, por tempo indeterminado, das antigas instalações do centro de saúde dos Mosteiros para a instalação do museu do café, que vai nascer aos poucos, mas apesar disso o edil defende que o museu poderá nascer em Monte Queimado.

A hipótese de Monte Queimado, que é propriedade privada, surgiu na sequência de uma visita ao local , no quadro da quarta edição do Festival do Café, e segundo Carlos Fernandinho no Morgadio de Monte Queimado existe um conjunto de espólio de café que pode ser rentabilizado através da transformação do espaço num museu natural do café.

A Câmara, explica, vai negociar com os proprietários de Monte Queimado a instalação do museu do café ali, já que dispõe de um espólio com um valor significativo, como as maquinarias da década de 30 e 40 do século passado, as loiças e um conjunto de peças relacionados com o café que daria para montar o museu do café.

“Vamos entrar em contacto com os principais proprietários para ver o que se pode fazer em termos de parceria publico-privada”, disse Carlos Fernandinho Teixeira, indicando que as antigas instalações do centro de saúde vão continuar como espaço para instalação do museu.

A introdução do café na ilha do Fogo terá ocorrido no século XVIII (1700) quando da instalação do morgadio de Monte Queimado no concelho dos Mosteiros, pelo seu primeiro proprietário, Pedro Fidalgo de Andrade.

JR/JMV

Inforpress/Fim

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