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Ministro dos Transportes destaca passos importantes na estabilização do sector aéreo nacional (c/áudio)

Cidade da Praia, 20 Set (Inforpress) – O ministro dos Transportes e Turismo, Carlos Santos, apontou hoje “passos importantes” na estabilização do sector aéreo no País, destacando a chegada de mais um avião da Best Fly, que resolverá grande parte dos constrangimentos.

Carlos Santos manifestou a sua perspectiva à imprensa, à margem da visita que realizou às instalações da Transportes Interilhas de Cabo Verde (TICV), agora assumido pela companhia aérea Best Fly.

Segundo o governante, nesta última semana chegou o segundo avião da Best Fly que estava estabelecido no acordo de concessão, salientando que as condições estão a ser montadas para se introduzir uma estabilização no sector dos transportes aéreos domésticos, “determinante na economia nacional”.

“Paralelamente estamos também a sentir que o turismo começa a reerguer-se com as informações que temos vindo a receber dos mercados emissores, portanto, podemos dizer que gradualmente estamos a conseguir resolver esse problema”, assumiu.

Carlos Santos informou que a visita à TICV serviu para “tomar o pulso” daquilo que está a ser feito pela companhia, na sequência da chegada do segundo avião, mas também transmitir “mensagens de esperança e confiança” aos trabalhadores e à direcção.

“Após a aquisição dos 70 por cento (%) das acções da TICV pela Best Fly, sendo que 30% foram transferidos para o Estado de Cabo Verde, começa-se a reunir condições para as actividades da TICV.

Atestou que informações transmitidas é que há uma vontade de reestruturação desta empresa, principalmente na garantia do maior número de postos de trabalho, manter a empresa como operador no reinício das suas actividades e o avião que chegou vai ser registado no operador TICV.

“Da parte do Governo estamos a fazer um trabalho que é de olhar para a legislação, a possibilidade da introdução da obrigação de serviço público, que significará um contrato de concessão estável, por anos, para ser assinado com um operador que terá de ser escolhido em concurso público.

Reiterou que após o término do contrato emergencial, o objectivo é ter pronta uma legislação que permita esta estabilização e que identifique um conjunto de compromissos que terão de ser assumidos pelo Estado e pela empresa a ser escolhida.

Entre esses compromissos, prosseguiu, tem a ver com o número de frequência, rotas, os horários, o tratamento dos passageiros, portanto, matérias que terão de ficar bem claras num acordo futuro.

 

HR/HF

Inforpress/Fim

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