Search
Generic filters
Exact matches only
Search in title
Search in content
Search in excerpt
Filter by Categories
Politica
Desporto
Economia
Sociedade
Ambiente
Cooperação
Cultura
Internacional
Destaques
Eleições

Ministro dos Negócios Estrangeiros pede “não politização das chuvas” (c/áudio)

Cidade da Praia, 18 Mar (Inforpress) – O ministro dos Negócios Estrangeiros e Comunidades, Luís Filipe Tavares, disse hoje que “não se deve nunca politizar a chuva”, mas sim trabalhar com “muita responsabilidade” e com sentido do dever de servir melhor as populações.

Luís Filipe Tavares fez estas declarações à imprensa hoje, na Cidade da Praia, momentos depois de receber as cartas credenciais da nova representante em Cabo Verde da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Ana Touza.

“Eu acho que não devemos nunca politizar a chuva (…) o que nós temos que fazer é trabalharmos como muita responsabilidade, com sentido do dever para servimos da melhor forma possível as nossas populações”, afirmou o governante.

Segundo Luís Filipe Tavares, Cabo Verde tem o “enorme desafio” de trabalhar para mobilizar água para a agricultura, para alimentar as populações, os animais, mas, sobretudo, para criar uma economia agrícola que esteja em consonância com “as grandes preocupações” em matéria de desenvolvimento económico e social do país.

Quanto à visita que recebeu hoje da nova representante da FAO, Luís Filipe Tavares frisou que Cabo Verde tem “excelentes relações” com aquela organização e com todo o sistema das Nações Unidas.

“Nós estivemos a falar dos grandes problemas que Cabo Verde têm, as mudanças climáticas, que estão a ter um impacto muito grande no país, a seca que nós temos conhecido nos últimos anos”, afirmou a mesma fonte, que informou ainda que esteve também em conversa a forma como o país está a trabalhar para aumentar a capacidade de resiliência e mobilizar mais água para a agricultura.

A recente visita que Cabo Verde fez a Israel, concretizou, vai, neste sentido.

Aquele governante garantiu um trabalho juntamente com a FAO, “que é uma grande organização internacional e tem muita capacidade técnica”, para se aumentar a capacidade de resiliência do país e para que Cabo Verde esteja em condições de ter uma produção agrícola que sirva não só a si mesmo, mas também ao mercado turístico.

GSF/AA

Inforpress/Fim

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
  • Galeria de Fotos