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Ministro diz que acções de promoção da saúde devem ter como foco as doenças crónicas não transmissíveis (c/áudio)

Cidade da Praia, 26 Nov (Inforpress) – O ministro da Saúde e Segurança Social considerou hoje que acções para a promoção da saúde devem ter como foco doenças crónicas não transmissíveis, por representarem mais de 60% das causas de morte no país.

Ao discursar na abertura do seminário “Promoção da saúde e os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável”, acto que ocorreu na Cidade da Praia, Arlindo do Rosário disse que essas acções são da responsabilidade dos vários sectores da sociedade para que “juntos possam criar sinergias”, actuando de uma forma “muito mais abrangente” sobre as condições da vida das pessoas.

“Os dados nos mostram o peso da prevalência e incidência de doenças crónicas não transmissíveis representam mais de 60 % das causas da mortalidade dos cabo-verdianos”, concretizou a mesma fonte, indicando que há uma “grande preocupação” com a doença, mas que se continuarem os investimentos “haverá ganhos em relação à saúde das pessoas”.

Por outro lado, precisou que estudos mostram que há vários factores de risco no contexto nacional, que acabam por implicar nas doenças não transmissíveis, nomeadamente uso excessivo de sal, sedentarismo, uso abusivo de álcool e hábitos tabágicos, entre outros factores.

“Tanto essas doenças, como as doenças devido a distúrbios mentais, devem constituir o foco da nossa acção de promoção da saúde, melhorando a literacia em saúde da nossa população”, sustentou.

O governante referiu ainda que o país continua a trilhar um “percurso notável” no sector, permitindo à população acesso a “cuidados de saúde de qualidade”, disponibilizados de várias formas, seja no atendimento em situações de doenças, seja na disponibilização de vacinas para se proteger de doenças evitáveis, entre outros.

“As participações em acções que empoderam diversas sectores em matéria de promoção da saúde, demonstram o engajamento inequívoco do Governo, e a coerência na gestão governativa deste sector” notou.

A presidente do Instituo Nacional de Saúde Pública (INSP), Maria da Luz Mendonça, por seu lado, realçou a importância da organização do seminário, destacando que o objectivo passa por formar e capacitar toda a sociedade, para que tenha comportamentos que facilitem a saúde.

Outro “aspecto importante” apontado pela responsável é a validação do Plano Nacional de Promoção da Saúde 2018/2019, diploma que envolve todos os parceiros ligados ao sector.

“A novidade deste documento é que na sua elaboração foram auscultadas vários parceiros, pois o plano desenha as estratégias de acordo as considerações de cada parceiro nesse processo”, revelou.

O seminário enquadra-se nos objectivos e políticas nacionais em matéria de saúde, nomeadamente no que se refere à saúde pública, através do reforço da educação e participação de diferentes actores.

HR/AA

Inforpress/Fim

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