Search
Generic filters
Exact matches only
Search in title
Search in content
Search in excerpt
Filter by Categories
Politica
Desporto
Economia
Sociedade
Ambiente
Cooperação
Cultura
Internacional
Destaques
Eleições

Ministro da Saúde garante a continuação da investigação dos casos de mortes e óbitos infantis (c/áudio)

Cidade da Praia, 13 Mar (Inforpress) – O ministro da Saúde e da Segurança Social, Arlindo do Rosário, garantiu hoje que o serviço que tutela vai continuar a investigar os casos de mortes e óbitos infantis.

“Juntos, vamos continuar a investigar os casos de mortes e óbitos infantis. Vinte, trinta, cinquenta ou cem, não interessam. Há países que investigam a cem por cento. Provavelmente é esse o nosso caminho. Investigaremos também. Não para punir, mas para melhorar”, disse.

Arlindo do Rosário fez referência a estes casos enquanto discursava no acto de comemoração do 5º aniversário do Instituto Nacional da Saúde Pública (INSP) lembrando, assim, as declarações de uma das nomeadas para compor a Entidade Reguladora da Saúde (ERIS), Íris Vasconcelos Matos, que afirmou, durante uma audição parlamentar, que entre inspecções, auditorias e inquéritos, a Inspecção-Geral da Saúde gere mais de 24 acções e que, de momento, há possibilidade de serem instaurados 16 processos disciplinares no tocante aos inquéritos específicos para óbitos.

Segundo o ministro da Saúde, se os profissionais da saúde querem que a população confie neles, no trabalho que estão a fazer, esta deve ser a liderança do ministério, melhorando o que deve ser melhorado.

“Queremos reduzir a mortalidade infantil e todos os países que conseguiram isso, conseguiram através dos seus recursos humanos e melhor capacitação, mas também através de investigação, não no sentido punitivo, nem para perseguir ninguém, mas para melhorar, inclusivamente, para dar segurança aos profissionais da saúde”, defendeu.

O governante, que admitiu que “todos devem ter orgulho da história que o país fez ao longo destes anos no domínio da saúde” e “focar nas coisas boas”, reconheceu também que o desenvolvimento acontece encarando os desafios e as responsabilidades, visto que o trabalho do sector é para a segurança do país e das pessoas.

Realçou ainda a importância e o apoio dos órgãos da comunicação social no processo para um Cabo Verde “mais justo e mais desenvolvido”.

PC/AA

Inforpress/Fim

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
  • Galeria de Fotos