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Ministro da Saúde diz que álcool continua a ser substância psicoativa mais consumida a nível nacional

Cidade da Praia, 01 Jul (Inforpress) – O ministro da Saúde disse hoje que o álcool continua a ser a substância psicoativa mais consumida no País e a principal droga de dependência que motiva a procura e tratamento nas estruturas de saúde.

Arlindo do Rosário fez esta declaração à imprensa, à margem da cerimónia de comemoração do Dia Nacional de Luta Contra o Uso Abusivo do Álcool e do quinto aniversário da campanha “Menos álcool, mais vida”.

Conforme o governante, em 2020, de acordo com os dados disponíveis das estruturas de saúde, centros de recuperação e organizações, estiveram em tratamento das dependências em todos os concelhos do arquipélago, 566 pacientes por dependência do álcool, representando 66 por cento (%) dos doentes tratados por dependência de substâncias psicoativas.

No entanto, referiu, muitos dos que procuraram tratamento por dependência de substância ilícita, faziam legalmente o consumo de álcool, sendo que dos doentes, 80% beneficiaram do tratamento em regime ambulatório e 20% em regime de internamento.

“Constatou-se que 82% dos utentes que procuraram tratamento são do sexo masculino e 18% do sexo feminino, tendo a idade dos doentes concentrada na faixa etária dos 25 aos 44 anos, equivalente a 48% dos doentes”, informou.

Conforme a mesma fonte, 75% dos atendimentos aconteceram em Santiago (40%), São Vicente (18%) e Santo Antão (17%), e em termos de urgência nos hospitais centrais do País, Agostinho Neto e Baptista de Sousa, foram atendidos 489 doentes por uso abusivo do álcool, correspondendo 98% de pessoas atendidas por uso de substâncias psicoativas.

Segundo considerou, esses dados permitem concluir que apesar da situação pandémica que o País atravessa, foram feitos enormes esforços para que todos aqueles que recorrem aos serviços de saúde fossem atendidos.

Por outro lado, destacou o aumento, de forma expressiva, do número de utentes que recorrem ao apoio à distância, nomeadamente, através da linha SOS droga.

HR/HF

Inforpress/Fim

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