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Ministro da Saúde destaca contributo da VerdeFam na saúde sexual reprodutiva no País

Cidade da Praia, 12 Out (Inforpress) – O ministro da Saúde enalteceu hoje o contributo da Associação Cabo-verdiana para a Proteção da Família (VerdeFam) na saúde sexual reprodutiva em Cabo Verde, referindo que a organização tem apresentado resultados positivos, apesar dos impactos da pandemia.

Arlindo do Rosário fez esta observação à imprensa, à margem da visita à VerdeFam, para conhecer as instalações desta instituição, sitas no Palmarejo, Cidade da Praia, inteirar-se dos programas e projectos em curso bem como analisar o reforço de parcerias futuras.

O governante fez saber que a área da saúde sexual reprodutiva apresenta “resultados concretos e positivos”, pelo trabalho que tem sido realizado não só pelos serviços públicos e privados, mas também pelas organizações não-governamentais (ONG).

“E dentro dessas entidades está a VerdeFam, uma instituição que tem contribuído para os ganhos que nós temos na saúde sexual reprodutiva”, apontou Arlindo do Rosário.

Segundo considerou, o Ministério da Saúde não pode trabalhar sozinho, ou seja, encarar os desafios da saúde sexual reprodutiva em colaboração através de programas estratégicos e objectivos definidos.

Isso permitirá, por um lado, aos próprios serviços públicos desenvolverem o seu trabalho, mas, por outro, chegar cada vez mais às comunidades”, sendo que a principal “preocupação é com a saúde das pessoas”.

Arlindo do Rosário destacou o “excelente trabalho” da VerdeFam durante a pandemia, não só no processo de vacinação, mas também na actuação das suas competências, salientando que, independentemente do impacto da covid-19 no sector da saúde, áreas como a “saúde sexual reprodutiva ficaram acauteladas e protegidas”.

Lembrou ainda que a saúde reprodutiva não abrange só a mulher, mas também os homens e toda a questão da problemática das doenças oncológicas.

Já o presidente da VerdeFam, Francisco Tavares, sublinhou que esta é a primeira visita que um ministro da Saúde faz à instituição, o que mostra “a excelente cooperação que vem sendo desenvolvido”, tendo em conta que a organização actua a título subsidiária na área da saúde sexual reprodutiva, apoiando as políticas de saúde que o Governo define.

“Foi uma oportunidade para conversar sobre a cooperação estabelecida até agora, mas também sobre desafios emergentes, que têm a ver com melhorar ainda mais a saúde sexual reprodutiva dos adolescentes, dar melhor atenção a aqueles que correm o risco de ficar para trás, como a comunidade LGBTI, cuidar melhor da saúde sexual reprodutiva das pessoas com deficiência, dos usuários de drogas e dos profissionais do sexo”, asseverou.

Esta visita teve ainda como propósito a partilha de informações sobre o programa do Governo em matéria da saúde sexual e reprodutiva, com vista a preparação de um workshop de reposicionamento estratégico da organização que deverá resultar num novo plano estratégico 2022-2026.

HR/CP

Inforpress/Fim

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