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Ministro da Família apela à inclusão das crianças e adolescentes com deficiência no sistema de ensino (c/áudio)

Cidade da Praia, 17 Nov (Inforpress) – O ministro da Família apelou hoje à inclusão de todas as crianças e adolescentes com deficiência no sistema de ensino, advertindo que o Governo tem estado a trabalhar para que haja igualdade de oportunidades em todas as ilhas.

Fernando Elísio Freire defendeu esta posição à imprensa, à margem da visita que realizou na manhã de hoje à Escola Secundária Pedro Gomes e à Escola Básica do Brasil, ambas em Achada Santo António.

O objectivo da visita foi conferir como essas infra-estruturas de educação têm estado a implementar as boas práticas relativamente à inclusão educativa de crianças e adolescentes com deficiência.

Neste sentido, reconheceu que as oportunidades não são iguais para crianças com deficiência em outras ilhas em relação às que vivem na Cidade da Praia, frisando ser necessário trabalhar por forma a incluir os que neste momento não estão a ter acesso à educação.

“O nosso trabalho ao longo do ano de 2022, a nível do Orçamento de Estado, será no sentido de fazer o reforço para incluir essas crianças, por um lado, melhorando as estruturas, e, em segundo lugar, continuar a reforçar a nível de intérpretes, e há todo um empenho neste sentido, juntamente com o Ministério da Educação”, assinalou.

Sublinhou que a Escola Básica do Brasil, que trabalha com crianças surdas, é uma referência, demonstrando ser preciso levar esse exemplo um pouco para todo Cabo Verde.

“Queremos eliminar totalmente a pobreza extrema e reduzir a pobreza absoluta e a maior arma para conseguir isso é com uma educação que não deixe ninguém para trás, independentemente da sua condição”, salientou o ministro que também detém a pasta da Inclusão Social.

Para o governante, a sociedade cabo-verdiana está a mudar, vê as pessoas com deficiência como pessoas autónomas e que contribuem para a criação de riqueza e afirmação do País.

Com isso, apelou a todos, nos bairros ou comunidades, para sinalizarem todas as pessoas que não estão dentro do sistema formal de ensino e todas as pessoas com deficiência que as famílias não querem colocar a estudar.

“Todos somos iguais, a educação fortifica, dá autonomia, e ter acesso à educação é o caminho aberto para a felicidade e liberdade das pessoas”, ressaltou.

Assegurou também que o Governo vai reforçar as acções junto das associações, mas também trabalhando directamente com as famílias para criar uma rede muito melhor e eficaz de acesso à educação.

HR/ZS

Inforpress/Fim

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