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Ministro da Administração Interna reitera que Governo tem apostado “fortemente” na Polícia Nacional

Cidade da Praia, 30 Mar (Inforpress) – O ministro da Administração Interna, Paulo Rocha, reiterou hoje, na Cidade da Praia, que o Governo tem apostado “fortemente” na Polícia Nacional para a motivação dos efectivos e motivação da classe.

Paulo Rocha fez essa afirmação no discurso de condecoração de 64 efectivos da corporação, que vão aposentar-se ainda este ano, e que se destacaram nas diversas categorias profissionais, numa cerimónia que decorreu no Palácio da Assembleia Nacional.

A criação de meio de mobilidade, equipamentos para segurança e protecção dos efectivos, a resolução os problemas das promoções e progressões, justiça salarial com a aprovação da tabela remuneratória e aumento salarial, foram os ganhos elencados pelo ministro.

Em relação à condecoração, disse que com este acto está-se a reconhecer o comprometimento de uma vida em prol do serviço para garantir a tranquilidade e a zelar pelas pessoas.

“Estamos a reconhecer o percurso profissional de pessoas que trabalharam e trabalham numa instituição onde há uma exigência e uma cobrança que são permanentes, mais do que em qualquer outra instituição”, justificou o o governante.

Para Paulo Rocha, “mais do que actos isolados e heróicos”, as condecorações dignificam uma classe, considerando que este “acto é especial” por ser um reconhecimento pessoal e individualizado por uma carreira que nem todos conseguem comprometer e manter-se fiéis.

O governante referiu-se à pressão do dia a dia, aos horários, à disciplina, ao rigor e ao aprumo, à isenção de determinados comportamentos na vida pessoal e profissional e ao constante escrutínio da sociedade, como compromissos que fazem com que nem todos se mantenham fiéis à vida policial.

“Um compromisso diário que, em consciência, com orgulho se renova”, assim definiu Paulo Rocha o trabalho da Polícia Nacional.

O ministro da Administração Interna defendeu que as condecorações são a forma como a sociedade dignifica e retribuiu pelo serviço prestado e que as medalhas atribuídas servem para chamar a atenção da sociedade para essa pessoa que teve o seu mérito profissional reconhecido.

“Trata-se de destrinçar os mais resilientes perante todos esses desafios enumerados, de diferenciar os comportamentos ao longo de anos em prol de uma causa e de uma missão e de destrinçar pela positiva indivíduo que mereceram reconhecimento da sociedade”, concluiu.

Por seu turno, em nome dos condecorados, o director nacional da Polícia Nacional, Emanuel Estaline, afirmou que trata-se de um “momento e exaltação” para a instituição e um “elevado significado” para todos os agraciados.

“É a primeira vez que na Policia Nacional são realizadas condecorações de forma tão massiva e abrangente”, salientou, considerando que este acto é mais uma prova de “particular atenção” que a Polícia Nacional vem merecendo por parte do Governo.

OM/CP
Inforpress/Fim

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