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Ministro da Administração Interna aponta actualização salarial para cargos de chefia como ganhos da Polícia Nacional (Rectificada)

Cidade da Praia, 02 Set (Inforpress) – O ministro da Administração Interna classificou hoje a actualização salarial para os cargos de chefia da Polícia Nacional como”ganho” da instituição  e um “justo reconhecimento para aqueles que assumem responsabilidade de comando e direcção”.

Segundo afirmou Paulo Rocha, está-se a objectivar uma remuneração correspondente com nível de responsabilidade, níveis de exigência igualmente correspondentes.

Paulo Rocha discursava durante o acto de posse dos novos directores nacionais adjuntos da Polícia Nacional (PN), do director do Centro Nacional de Formação, do director de Operações e Comunicações, do comandante da Guarda Fiscal, do comandante Regional da Praia, do director do Serviço Social e do comandante Regional do Sal, todos recém-nomeados, conforme o despacho do Boletim Oficial Nº 120/2019, II Série, de 28 de Agosto.

“Providenciamos também os meios tão necessários no esforço suplementar da dignificação e valorização de forma a garantir mais e melhor segurança aos cidadãos, no que toca aos meios, aos equipamentos e a criação de opções e condições”, acrescentou o ministro, afirmando ainda que o Governo está a trabalhar para que a nova visão e a transformação que se pretende seja coerente com o que é dado à instituição e aos seus agentes e o que lhes é pedido.

Paulo Rocha fez saber ainda que está ciente das preocupações de segurança, ao mesmo tempo que reafirmou o compromisso de responder à altura da “crescente complexidade e gravidade dos crimes”.

“Nem tudo é possível de antecipar ou prevenir sempre, embora a nossa aposta deve ser essa, mas deve merecer, quando assim é, a devida e pronta reacção policial”, defendeu o governante.

Por outro lado, Paulo Rocha frisou que a Polícia Nacional atravessa um “momento importante” da sua vida. Pois, conforme disse, entre de 2019 e 2020, cerca de uma centena de efectivos atingiram o limite de idade para a aposentação.

“O desafio da renovação interna se coloca pelo que importa qualificar e preparar bem as lideranças mais jovens, as lideranças de hoje e de amanhã”, afirmou o ministro, apontando ainda para a alteração do currículo de formação inicial da Polícia Nacional com a introdução de novas valências, igualmente ao ocorrido com o currículo de formação contínua.

A aposta na revisão curricular tem, de acordo com Paulo Rocha, que ver com a questão da gestão da inteligência emocional, a capacidade de interpretar o outro, de poder antecipar e, consequentemente, de poder gerir.

“Numa aposta clara sempre na prevenção, introduzimos a cadeira do policiamento de proximidade, fundamental no dia-a-dia para aquilo que são as estratégias para a segurança pública em Cabo Verde. Em suma um conjunto de alterações, visando ter o melhor agente com melhor capacidade de compreender o seu meio”, finalizou.

GSF/CP

Inforpress/Fim

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