Ministra da educação reconhece que tem havido gestão “incorreta” na subsidiação do Ensino Superior

 

 

Cidade da Praia, 14 Jun (Inforpress) – A ministra da educação, Maritza Rosabal reconheceu hoje, na Cidade da Praia, que o seu ministério está a fazer uma análise sobre a subsidiação do Ensino Superior, uma vez que tem havido práticas de gestão “incorretas”.

A informação foi avançada à margem da apresentação pública do Gabinete de Ciência, Tecnologia e Inovação (GCTI) e a Agência Reguladora do Ensino Superior (ARES) para promover   a pesquisa e inovação nas universidades.

Segundo Maritza Rosabal, em termos de distribuição de subsídios, desde 2013 tem havido uma distribuição “muito diferente” entre as várias instituições, “o que compromete a atribuição de subsídios”.

“São questões que estamos a analisar e a debater e por isso, o GCTI e a ARES vão funcionar   para essa gestão com valores monetários que agora não vamos informar”, disse a ministra.

Esse fundo, segundo a governante, conta com o apoio orçamental da União Europeia, apontando que vai ser um grande contributo para o desiderato de financiamento do Ensino Superior.

“Estamos precisamente a montar a arquitectura de distribuição de subsídio tanto no público como no privado e informo que Universidade de Cabo Verde recebe 32 por cento de financiamento directo do Orçamento do Estado em termos de subsidiação”, esclareceu.

A apresentação pública do Gabinete de Ciência, Tecnologia e Inovação (GCTI) e a Agência Reguladora do Ensino Superior (ARES) enquadra-se no âmbito do programa do Governo da IX Legislatura que elege medidas de políticas para garantir a regulação do Ensino Superior e alavancar a pesquisa científica, nas instituições universitárias em Cabo Verde.

OM/FP

Inforpress/Fim

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