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Ministra anuncia processo de realojamento do bairro de Boa Esperança para segunda-feira

Cidade da Praia, 13 Dez (Inforpress) – Cerca de 40 famílias do bairro de Boa Esperança, na ilha de Boa Vista, vão ser realojadas em novas habitações no próximo dia 16, e será ainda feita a demolição das barracas onde estão habitadas.

A garantia foi dada pela ministra das Infra-estruturas, Ordenamento do Território e Habitação, Eunice Silva, em conferência de imprensa sobre a primeira fase do programa de realojamento, que vai beneficiar cerca de 600 famílias dos bairros de Boa Esperança e Farinação.

Segundo a governante, depois de dois anos de trabalho, o realojamento vai acontecer de forma planeada, de modo que as coisas aconteçam de “melhor forma”, sobretudo para que as famílias “se sintam bem”.

“O processo para realojamento iniciou com o registo da população no Cadastro Social Único. As informações permitiram-nos conhecer as necessidades das famílias e calcular o valor máximo de comparticipação da renda, de acordo com o rendimento do agregado”, explicou a ministra, avançando que as rendas variam de 13 a 30 por cento (%) calculados sobre o rendimento mensal do agregado familiar.

Conforme realçou Eunice Silva, o programa irá beneficiar cerca de 600 famílias dos bairros de Boa Esperança e Farinação, e o processo de ocupação será implementado em fases a concretizar durante todo o ano 2020.

Para a primeira fase, a ministra garantiu que serão entregues as chaves as 40 famílias nos próximos dias, estando estes já preparando a mudança.

Quanto aos valores acrescentou que a requalificação da zona consolidada, a expansão e a construção, tem um custo de um milhão e 46 mil contos, orçamento que disse vem directamente do Fundo do Turismo.

Para este processo de realojamento, informou que foi criada, no bairro de Boa Esperança, uma comissão onde as famílias podem se dirigir para expor as suas preocupações e esclarecer as suas dúvidas.

Eunice Silva considera ainda que o processo de realojamento vai trazer benefícios para toda a ilha, o que, a seu ver, trará um “novo rosto” ao bairro de Boa Esperança, ganhos para o turismo e bem-estar para as pessoas que vão viver no sítio.

Ainda para a governante, com este processo “está-se a cumprir com o efectivo processo de acesso ao direito de habitação de centenas de pessoas necessitadas”.

A ministra das Infra-estruturas, Ordenamento do Território e Habitação prometeu ainda estar presente, através do Gabinete de Realojamento e da equipa técnica deste departamento governamental e do ministério da Família, para assistir as pessoas onde for “possível e necessário”.

VD/CP
Inforpress/Fim

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