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Ministra anuncia lei de programação militar para “fazer a diferença” na modernização das Forças Armadas

Cidade da Praia, 06 Jan (Inforpress) – A ministra da Defesa e Coesão Territorial disse hoje que Cabo Verde vai apostar na criação da lei de programação militar, no quadro da modernização  das Forças Armadas (FA) de Cabo Verde, com objectivo de “fazer a diferença”.

Janine Lélis, que falava após recepção dos cumprimentos de ano novo da instituição castrense, adiantou que se trata de uma medida para a legislatura e para alterar o ‘status quo’, tendo em conta a previsibilidade da orçamentação ao longo dos vários anos para dar vazão e respostas às “imensas dificuldades” que ainda persistem nas Forças Armadas

“As Forças Armadas são uma das instituições em quem os cabo-verdianos mais confiam. É reconhecendo esse esforço a dedicação e importância constitucional e republicana da mesma que nós pretendemos trabalhar na sua modernização e desta feita mais concretamente na elaboração para implementação da lei de programa militar que é o facto poderá fazer a diferença”, disse.  

Janine Lélis referiu-se ainda à revisão do sistema de justiça militar e a reavaliação do papel e tarefas das FA, tendo em conta que, conforme frisou, os momentos de crise também são oportunidades para reformulação e melhor definição das estratégias.

A ministra realçou que 2021 foi um ano difícil, mas salientou que não foi apenas um ano de perdas, realçando que houve “ganhos importantes” a nível logístico, resultado da cooperação com os parceiros internacionais, nomeadamente a China, que disponibilizou “um número significativo” de meios de transportes e comunicação.

Por sua vez, o chefe do Estado Maior das Forças Armadas, Anildo Morais, augurou que 2022 venha a ser “um ano diferente”, salientando que, graças a vacinação e demais medidas adoptadas pelo Governo, as FA tiveram “a honra de ajudar a cumprir, e começam o ano com “esperanças renovadas”.

Anildo Morais salientou que a necessidade de se “pensar macro” e definir prioridades que possam fazer a diferença é uma realidade para uma instituição que muitas vezes tem sido alvo de transformações com “pouco impacto”, por “não existir uma visão ampla e definitiva” do que se quer e do que se quer atingir no futuro, numa atitude “mais reactiva do que baseada em objectivos pré-estabelecidos”.

“Entendemos o País que temos e que enfrentamos, mas temos a consciência da necessidade de transformação das nossas Forças Armadas e de tudo que representam e as inúmeras missões de fulcral importância que só ela é possível realizar”, concretizou.

Neste sentido, reclamou a continuação da regularização da carreira militar, com a sua valorização, a modernização de meios, adequação da orgânica e revisão do orçamento.

ES/MJB//AA

Inforpress/Fim 

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