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Ministério do Mar e Vivo Energy assinam protocolo para levar combustíveis às comunidades piscatórias (c/áudio)

Mindelo, 27 Out (Inforpress) – O Ministério do Mar e a distribuidora de combustíveis Vivo Energy assinaram hoje, no Mindelo, um protocolo que permitirá levar combustíveis e lubrificantes às comunidades piscatórias mais remotas de Cabo Verde e minimizar os custos de produção.

O protocolo, que ainda tem como parceiras as autarquias locais, pretende, neste primeiro momento, abranger as comunidades isoladas de Tarrafal de Monte Trigo e Ponta de Sol (Santo Antão), Palmeira (Sal), Salina (Fogo) e Ribeira de Barca (Santiago).

Segundo os meandros do acordo, pretende-se construir em cada um destes pontos um posto de combustível, com tanque de armazenamento, para servir os pescadores e outros membros dessas localidades e colmatar as necessidades de deslocação para obter este recurso.

Para já um “passo importante” para o sector das pescas, tal como considerou o director-geral das Pescas e Aquacultura, em representação do Ministério do Mar.

Albertino Martins considerou ser o protocolo “fundamental” para resolver em parte o problema das pescas e fazer chegar combustível às zonas mais remotas de Cabo Verde e reduzir os custos de produção.

“Porque os pescadores artesanais já podem comprar combustível nas zonas onde estão inseridos, o que vai ajudar no próprio rendimento das famílias e aumentar também a riqueza familiar à volta da pesca”, sublinhou a mesma fonte, adiantando que vai ser feita uma avaliação nos sítios-piloto e depois alargar o projecto a outras comunidades distantes.

Da parte da Vivo Energy, o presidente do conselho de administração, João Oliveira e Sousa, acredita que o protocolo irá ajudar as comunidades piscatórias a alcançar os seus objectivos de forma “mais racional”.

Segundo o gestor, a empresa celebra esta parceria dentro da sua política social e permitirá “fazer algo duradouro e que mudará a forma de ser e de estar dessas comunidades”.

Para projecto total, que abarca os sítios-piloto e outras localidades do país, a Vivo Energy disponibiliza, conforme João Oliveira e Sousa, cerca de 160 mil dólares (15,2 mil contos).

LN/CP

Inforpress/Fim

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