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Ministério do Mar aposta no artesanato nacional para produzir embarcações de pesca de “maior qualidade” – ministro

Mindelo, 08 Jul (Inforpress) – O ministro do Mar, Paulo Veiga, apontou hoje, no Mindelo, a aposta que está sendo feita pelo Governo na formação e incentivo dos artesãos nacionais para produzir embarcações de pesca artesanal de “maior qualidade”.

O governante teceu estas considerações na tarde de hoje, na entrega de um motor de popa e de um bote construído de raiz nos estaleiros na Onave, na zona de Dji d´Sal.

Paulo Veiga assegurou que este é outro dos programas do Governo para “formar e incentivar artesãos nacionais para que se comece a produzir embarcações cada vez mais seguras e de maior qualidade”.

A embarcação entregue à Nair Dias, cujo companheiro é pescador da zona de São Pedro, foi construído de madeira, mas revestido de resina de vidro para ser “muito mais resistente” e também tem a possibilidade de, no futuro, ser aumentado de capacidade para atingir distâncias maiores com a construção de uma parte coberta.

“Todos nós falámos em sobrepesca e menos peixes nas costas e por isso há necessidade de ter e melhorar as condições para ir mais longe”, frisou Paulo Veiga.

Quanto à entrega do motor de popa ao pescador José Cruz, enquadra-se, segundo a mesma fonte, no objectivo de se chegar a 100 por cento (%) de motorização a nível nacional das embarcações de pesca artesanal, para que as comunidades tenham “melhores condições de trabalho e maior segurança” no seu dia-a-dia.

Daí, também a entrega de um kit de segurança com colete e foguete de sinalização.

“Sabemos que são custos que muitas vezes os donos dos botes ou pescadores não têm condições de adquirir e, por isso, o objectivo do Ministério do Mar, através do Fundo das Pescas, é dar sempre equipamentos para num futuro breve começar a fiscalizar e exigir que cada vez que os pescadores vão ao mar tenham esses equipamentos de segurança”, sublinhou Paulo Veiga, admitindo que daqui a pouco vai passar a ser obrigatório ter esses acessórios nos botes.

Isto porque, ajuntou Paulo Veiga, é “muito importante” a prevenção para minimizar casos de morte ou de lesões.

Os dois beneficiários mostraram-se bem satisfeitos com a oferta, que contribuirá, segundo eles, para o sustento da família e apoiar outros colegas pescadores.

LN/CP

Inforpress/Fim 

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