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Ministério da Família quer proliferar centros sócio-educativos nos vários bairros vulneráveis de Cabo Verde (c/áudio)

Mindelo, 14 Jul (Inforpress) – O Ministério da Família e Inclusão Social vai aumentar o número de centros sócio-educativos nos diferentes bairros vulneráveis para apoiar crianças e adolescentes no “sucesso escolar”, garantiu hoje a secretária de Estado da Inclusão Social.

Lídia Lima, que visitou na tarde desta quarta-feira o Jardim da Ilha de Madeira e o Centro Social de Ribeira Bote, afirmou se está a perpsectivar a criação de vários centros sócio-educativos em bairros vulneráveis do País, tendo em conta que o objectivo destes centros é “dar oportunidade a todas as crianças e adolescentes de garantirem o seu sucesso escolar e terem oportunidade de momentos de lazer e desenvolver actividades lúdicas”.

“Vamos combater o insucesso escolar, o uso de drogas e combater outros males sociais que estão a surgir no seio da juventude e dos adolescentes, que com o devido encaminhamento, com direccionamento e foco nos estudos e actividades lúdicas diferentes podem, realmente, mudar de comportamento”, sustentou Lídia Lima, para quem através disso os jovens e adolescentes “podem ter melhor perspectiva de futuro”.

O Governo, considerou, tem responsabilidade de garantir esses “locais apropriados” porque “muitos dos jovens, que vivem em bairros vulneráveis, não têm condições habitacionais para estudarem e vivem no seio de famílias com alguns conflitos, como de pais usuários de droga e outros conflitos conjugais”.

Paralelamente, segundo a mesma fonte, pretende-se efectivar outros projectos sociais para esses fins educacionais.

Lídia Lima, que visita São Vicente pela primeira vez como secretária de Estado da Inclusão Social, disse estar a tomar pulso de instituições de cariz social relacionadas com a terceira idade, infância e questões de género.

Ainda nesta deslocação de três dias, a governante terá encontros com as comunidades piscatórias de Salamansa e São Pedro.

“Vamos reunir com as associações de pescadores e peixeiras dessas localidades para saber das dificuldades, para vermos como é que se poderá desenvolver projectos no sentido de criar mais autonomia e empoderar essas pessoas a nível do seu negócio, mas também da saúde e de outras situações”, explicou.

Isto porque, afiançou, o Ministério da Família vai direccionar o seu foco para as comunidades rurais que praticam pesca, agricultura e pecuária, para “empoderar as famílias”, através do auto-emprego e a própria vida em família.

Por outro lado, disse Lídia Lima, o ministério vai trabalhar em parceria com a Câmara Municipal de São Vicente e a organização não-governamental (ONG) Morabi no projecto desenvolvido no assentamento informal do Iraque, periférico à lixeira municipal, em Ribeira de Julião.

“O Governo vai intervir fortemente nessa comunidade para minimizar os efeitos do impacto da pobreza que lá está enraízada”, concretizou Lídia Lima, adiantando que terá uma reunião com as duas instituições que estão trabalhar com a população, mas também contar auscultar a própria comunidade sobre as dificuldades vividas.

LN/CP

Inforpress/Fim

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