Ministério da Agricultura reitera que não se verificou nenhuma paralisação das obras da barragem de Principal

 

Cidade da Praia, 28 (Set (Inforpress) – O Ministério da Agricultura e Ambiente explicou hoje, em conferência de imprensa na Cidade da Praia, que não se verificou nenhuma paralisação das obras da barrem de Principal, no concelho de São Miguel (interior da ilha de Santiago).

Na semana passada, a Comissão Política Regional (CPR) do Partido Africano de Independência de Cabo Verde (PAICV, oposição) em Santiago Norte, denunciou que o Governo suportado pelo Movimento para a Democracia (MpD, no poder) tinha mandado suspender as obras da barragem de Principal, “sem prestar qualquer cavaco ao concelho”.

Hoje, numa conferência de imprensa sem direito a perguntas, o director dos Serviços de Silvicultura e Engenharia Rural, Jacques Tavares leu um comunicado no qual fez mo ponto da situação.

Conforme esclareceu, o consórcio responsável pela construção da barragem em apreço procedeu à redução da quantidade dos equipamentos no terreno e nos estaleiros, facto que Jacques Tavares considera se tratar de uma “situação normal” de gestão de qualquer construção.

No comunicado apresentado à imprensa hoje, refere-se que a “Direcção-Geral da Agricultura, Silvicultura e Pecuária, enquanto dono da obra, não mandou parar nem recebeu nenhum pedido de autorização de paragem da construção da barragem de Principal”.

O mesmo comunicado reforça ainda que a barragem de Principal “está sendo objecto de avaliação técnica, tendo em conta os constrangimentos e riscos existentes, dada às condições geomorfológicas e microclimáticas do local”.

Entretanto, esta quarta-feira, 27, abordado pela imprensa, o ministro da Agricultura e Ambiente, Gilberto Silva, tinha avançado que “não deu indicações” para a paralisação das obras da barragem.

“Estamos a avaliar as obras da barragem de Principal, tendo em conta todas as suas conveniências e não podemos justificar as afirmações falsas feitas designadamente por certas medias ou pela oposição. Eles é que deverão explicar e apresentar provas de que o Governo mandou parar as obras”, disse o ministro.

OM/FP

Inforpress/Fim

 

 

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