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MCIC vê protocolo assinado com IEFP como “uma janela de oportunidades” para formalizar o sector cultural

Cidade da Praia, 05 Mar (Inforpress) – O ministro da Cultura e das Indústrias Criativas (MCIC) disse hoje que o protocolo de cooperação assinado com o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) representa “uma janela de oportunidades” para formalizar o sector cultural.

O protocolo, hoje assinado, na cidade da Praia, visa, segundo uma nota do Ministério da Cultura e das Indústrias Criativas, estabelecer as linhas gerais de cooperação e colaboração estratégica entre o Ministério e o IEFP para a criação, certificação e implementação de dois cursos de formação profissional “estruturantes” para o sector da Cultura em Cabo Verde, com base no levantamento das necessidades feitas pelo sector e identificação de contes de financiamento.

A mesma fonte diz ainda que o protocolo tem como base especializar técnicos profissionais para actuarem como gestores culturais nas esferas pública, privada e de organizações sociais, com visão crítica, estratégica, global, empreendedora e ética.

O mesmo visa ainda capacitar os agentes e produtores culturais de competências e ferramentas de gestão de forma a rentabilizar os seus investimentos no sector e garantir sua sustentabilidade económica e financeira

No acto de assinatura do protocolo, Abraão Vicente afirmou que o foco do Ministério da Cultura tem sido, de certa forma, fazer pedagogia sobre a enorme potencialidade que é o sector da Cultura e das Industrias Criativas.

“Não é um sector de ocupação de tempo livres nem de entretenimento, é um sector com forte vigor económico, o peso das indústrias criativas na economia mundial neste momento é elevado”, acrescentou.

Por isso, entende Abraão Vicente que quem tem os instrumentos de gestão, melhor compreenderá as oportunidades de negócio que o sector da cultura e das indústrias criativas oferece.

“Vejo com bons olhos essa parceria que não é só estratégica, mas é crucial para o empoderamento do sector. É uma mais-valia não só para os dirigentes, mas sobretudo para quem possa criar mais-valia nos seus negócios. Eu vejo sempre a cultura, as indústrias criativas como um sector complementar aos outros negócios”, prosseguiu.

O governante disse ainda que o objectivo é que, daqui a uns anos, o sector represente entre 2 e 3% do produto interno bruto (PIB) nacional. Para isso, acredita, é preciso um olhar especializado sobre o sector da cultura e perceber a mais-valia que o sector das artes pode trazer para a cultura.

Por seu turno, o presidente do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), Paulo Santos, afirmou que este protocolo representa uma pareceria estratégica com o Ministério da Cultura e que juntos irão trabalhar para alcançarem bons resultados.

“Da nossa parte, a nossa equipa está totalmente disponível, a nossa equipa técnica e deixei bem claro no encontro que nós fizemos o levantamento, sugerimos essa parceria e trabalhar com um plano de acção completo”, afirmou.

GSF/JMV

Inforpress/Fim

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