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Maio: Oposição considera situação da lixeira municipal um desastre ambiental

Porto Inglês, 06 Fev (Inforpress) – O coordenador político do PAICV na ilha do Maio, Agostinho Silva, disse hoje que a situação em que se encontra a lixeira municipal é um desastre ambiental, devido a falta de política para o sector do saneamento público.

Agostinho Silva acrescentou que a situação do saneamento na ilha vem piorando nos últimos tempos, o que na sua opinião é um “retrocesso”, pelo que considerou estar a acontecer uma “catástrofe pública” pela situação em que foi votada a lixeira municipal, “fruto de uma falta de política para o sector do saneamento”.

Para Agostinho Silva, esta situação deve ser corrigida “imediatamente”, com vista a não perigar a ilha como um destino turístico que se quer de qualidade e para tal, adiantou, é preciso ser vedado o espaço, fazer valas para colocação de lixo e, além disso, colocar guardas para que nem as pessoas nem os animais entrem naquele espaço.

“Temos uma câmara fraca e sem visão que, infelizmente, na área de saneamento está perdida”, disse Agostinho Silva , que exige muito esforço por parte da câmara para que a ilha do Maio possa ter uma lixeira condigna.

Agostinho Silva lembrou que a recolha de lixo na cidade do Porto Inglês é feita sem nenhuma protecção, além da questão dos animais que deambulam pela cidade tanto de dia como à noite.

Aquele responsável político afiançou ainda que o espaço escolhido para se colocar o lixo não é adequado, visto que naquele lugar era um campo de pastagem, razão pela qual muitos animais encontram diariamente a “saborear a lixeira”, situação que considerou ser “ muito preocupante para saúde pública”.

O coordenador político regional do PAICV na ilha do Maio considerou que caso a edilidade tivesse um plano de tratamento de resíduos sólidos já era tempo de o mesmo estar a ser implementado, o que lhe faz concluir que “não existe uma política clara para este sector sensível para ilha do Maio”.

Contactado pela Inforpress, o presidente da Câmara Municipal do Maio, Miguel Rosa, prometeu reagir mais tarde às declarações de Agostinho Silva.

WN/JMV

Inforpress/Fim

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