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Maio: Moradores da vila da Calheta exigem mais infra-estruturas sociais na localidade

Porto Inglês, 17 Nov (Inforpress) – Moradores da vila da Calheta consideram que ainda faltam muitos investimentos, tanto a nível da construção como da instalação de algumas infra-estruturas sociais para que aquela urbe possa proporcionar à população melhores condições de vida.

Esta preocupação foi manifestada à Inforpress, por Marcelino Santos, para quem Calheta ostenta o nome de vila, mas não reúne as mínimas condições para proporcionar aos seus moradores uma melhor qualidade de vida.

O morador alega que a vila sequer possui um posto de venda de combustível, quanto mais um representante da Polícia Nacional, por ser uma vila com muito fluxo de pessoas.

Lembrou, a propósito, que na década de 90, a vila foi contemplada com um agente da Polícia a tempo inteiro para cobrir, na altura, não só a então localidade da Calheta como também todos os povoados vizinhos como Cascabulho e Morrinho.

Segundo afiançou, há muito tempo que já se justificava a instalação de um posto de venda de combustível, visto que a urbe é considerada uma das mais piscatórias da ilha, além disso existem várias viaturas e muitos passam diariamente naquela vila para irem abastecer na cidade do Porto Inglês.

“Aqui também precisamos ter um posto da rede Vinti4, porque muitas vezes precisamos de mil escudos e somos obrigados a se deslocar à cidade, e, para tal, temos que pagar o transporte e não só, mas se tivéssemos aqui este serviço seria bom, tanto para nós como para aqueles que nos visitam”, sublinhou.

Selvino dos Reis Pina, outro munícipe da localidade, corrobora a opinião, salientando que várias vezes os pescadores ficam impossibilitados de se fazer ao mar por falta de combustível, porque o condutor a quem foi solicitado este serviço acabou por esquecer, ou porque não conseguiram um transporte para se deslocarem.

Considera, por outro lado, que já era tempo para que o campo relvado de treino estivesse concluído, uma vez que foi iniciado há dois anos e os trabalhos ainda estão a decorrer de forma lenta e sem uma data para a sua conclusão.

“Na vila da Calheta ainda falta quase tudo, por exemplo se precisamos de fazer uma simples fotocópia temos de deslocar à cidade do Porto Inglês, quando temos aqui muitos estudantes que normalmente precisam de fazer cópias dos seus materiais de estudo”, destacou.

Embora reconhecem que foi feito “algum trabalho” de requalificação, os moradores da vila da Calheta defendem a instalação de uma delegação municipal funcional e que engloba vários serviços, por forma a permitir os cidadãos resolver os seus problemas no local, lembrando que o mesmo serviço beneficiava também as comunidades vizinhas.

Além disso, sugerem a abertura do mercado local ao público, com a introdução de vários produtos e serviços, o que poderia também ajudar na criação de alguns postos de trabalho naquela vila.

WN/CP

Inforpress/Fim

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