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Maio: Moradores de Morrinho preocupados com proliferação dos mosquitos

Porto Inglês, 22 Set (Inforpress) – Os moradores da localidade de Morrinho dizem-se preocupados com alastramento de mosquitos nos últimos dias e pedem actuação urgente da Delegacia de Saúde para pôr cobre a esta situação.

Em declarações à Inforpress, a moradora Otília Neves informou que na comunidade as pessoas têm deparado uma invasão de mosquitos às suas residências praticamente ao longo do ano, mas desconhecem o foco desta propagação.

Adiantou que nos últimos meses a situação agravou-se, uma vez que tem aparecido uma quantidade fora de comum desses insectos.

Durante a noite, explicou, a situação torna-se mais complicada, visto que com o calor que se faz sentir neste período do ano, as pessoas procuram a rua para se refrescarem, algo que nem sempre tem sido uma boa opção, porque os mosquitos lhes apoquentam na mesma.

A situação tende a piora-se, segundo a mesma fonte, quando os moradores se descuidem e deixem as portas ou uma janelas abertas, ocasião que os mosquitos aproveitam para “invadir” as residências para perturbar o sono das pessoas.

Otília Neves disse, por outro lado, estar preocupada também com a água das chuvas estagnada nas salinas do parque norte do Maio, situação que na sua opinião pode vir a ser um foco de propagação de mosquitos, caso nada for feito brevemente, pelo que voltou a apelar a Delegacia de Saúde que faça intervenção em todo esse perímetro.

A mesma preocupação foi manifestada pela Ângela Monteiro, também moradora naquele povoado, que defendeu a necessidade de uma intervenção das estruturas da Saúde na Ilha, mas também ao mesmo tempo sensibilizar as pessoas sobre os cuidados que devem ter para evitar a propagação de mosquitos.

“Praticamente, todas as pessoas têm casa de banho nas suas moradias e nem sempre o suspiro das fossas são protegidos e isso pode ser um dos focos. Além disso, é visível vários tanques de plásticos em cima das casas e nem todos os moradores têm a mesma preocupação de proteger essas vasilhas para não produzir mosquitos. Por isso, acho que deveria ser feita uma campanha para chamar atenção e também informas as pessoas de como devem proceder”, argumentou.

Questionado se a Delegacia tem estado a realizar campanha anti-retroviral para evitar a propagação de mosquito e, consequentemente, o aparecimento de casos de paludismo na ilha, Nilson Sanches garantiu que “isso tem sido uma campanha contínua, estamos no terreno em todos os povoados e durante o ano inteiro, tanto na época chuvosa como em outros período do tempo, como medida de se prevenir a transmissão do vector”.

WN/JMV

Inforpress/Fim

 

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