Maio: Ministro da Cultura preside acto oficial da entrega das capelas de Barreiro e Morrinho totalmente restauradas

Porto Inglês, 16 Nov (Inforpress) – O ministro da Cultura e das Indústrias Criativas, Abraão Vicente, presidiu hoje o acto oficial da entrega das capelas das localidades de Morrinho e da vila do Barreiro, totalmente restauradas.

Durante o acto da entrega das chaves à comunidade de Morrinho, o ministro da Cultura e das Indústrias Criativas começou por explicar que a decisão de restauro da capela de Morrinho deveu-se ao facto de aquela infra-estrutura possuir uma estética, arquitectura e uma dimensão única no país, o que lhe atribui um valor patrimonial que deve ser preservado por fazer parte da lista dos patrimónios com interesse público.

Abraão Vicente salientou que após terem verificado que aquela capela estava com “graves” problemas no tecto, que carecia de uma intervenção urgente, tiveram vários encontros com a população para explicar a razão da manutenção do seu estilo arquitectónico, algo que disse ter sido bem acolhido pela população, embora admita ser justa a reivindicação da população em ter um espaço mais amplo para dar resposta aos novos tempos.

Neste particular, deixou a possibilidade de num futuro próximo haver alguma parceria com a paróquia local e a população de Morrinho para a construção de um salão para servir a comunidade de Morrinho na realização das suas actividades religiosas com dignidade e prometeu continuar com este tipo de intervenção na vila da Calheta e em outros povoados da ilha, no segundo mandato.

Aquele governante mostrou-se satisfeito também com as obras de restauro da capela da vila do Barreiro, algo que considerou trazer mais conforto aos fiéis, graças a todo o investimento feito, que contou com a colaboração da população local e do contributo do seu Ministério.

O pároco local, Francisco Sanches, manifestou a sua “alegria” pela entrega da obra, algo que considerou trazer mais dignidade à comunidade local, de todo modo disse esperar que a comunidade cuide daquela infra-estrutura religiosa como sendo algo comum.

Francisco Sanches mostrou-se solidário com a reivindicação da comunidade de Morrinho em ter um centro que responda às demandas locais porque, conforme afiançou, nestes últimos tempos os fiéis têm vindo a assistir às celebrações “praticamente na rua”, tendo em conta que a capela não alberga todos os participantes, além do estado em que se encontrava.

WN/HF

Inforpress/Fim

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
  • Galeria de Fotos