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Maio: Miguel Rosa enaltece contribuição de diversos parceiros no processo de infra-estruturação da ilha

Porto Inglês, 01 Jul (Inforpress) – O presidente da câmara do Maio, Miguel Rosa, reafirmou hoje que a ilha do Maio encontra-se em “profunda transformação”, destacando o contributo dos diversos parceiros no processo de infra-estruturação da ilha nestes últimos quatro anos do seu mandato.

De entre os parceiros de desenvolvimento da ilha destacou a União Europeia, a Sociedade de Desenvolvimento Turístico das Ilhas da Boavista e Maio, bem como governo dos Estados Unidos da América, Cooperação Espanhola, Cooperação Luxemburguesa e o Instituto Marquês de Vale Flor, entre outros.

Miguel Rosa enfatizou ainda o contributo do Governo central, realçando que no quadro do Programa de Requalificação, Reabilitação e Acessibilidade (PRAA), do Fundo do Turismo e do Fundo do Ambiente, a ilha já recebeu mais de 300 mil contos destinados à requalificação urbana, o que na sua opinião tem contribuído para a “melhoria das condições de vida” dos maienses.

Apontou como exemplo as obras a iniciar “brevemente”, entre elas a requalificação urbana e ambiental na Avenida Amílcar Cabral (na cidade do Porto Inglês) e em Horta Correia, bairro de Ribona (Vila da Calheta), obras de construção de dois campos relvados de treino nas vilas do Barreiro e da Calheta e instalação de fitness park e retoma dos trabalhos de construção do Centro Comunitário na localidade de Morrinho.

Conforme afiançou, mesmo com a crise provocada pela pandemia da cobid-19, que assola o mundo, a autarquia tem de honrar os seus compromissos com a população, razão pela qual deu início às obras de requalificação na localidade de Alcatraz, que ronda os 18 mil contos, uma das localidades que ainda não tinha sido contemplada com obras de requalificação neste mandato.

Aliás, lembrou que a intervenção que vai iniciar naquela localidade foi um compromisso assumido durante a campanha eleitoral, com vista a melhorar o saneamento e saúde pública, depositando a sua confiança de que isso vai contribuir para o aumento da auto-estima das pessoas e atractividade turística.

“Também isso vai gerar postos de trabalho durante os três meses de execução da obra”, ressalvou, apontado que com esta intervenção, em que se prevê a construção de uma praça, introdução de espaço verde e colocação de bancos, vai gerar emprego a cerca de 30 a 40 pessoas directamente, para além dos trabalhos indirectos.

Acrescentou ainda que cerca de 40 famílias daquele povoado vivem da produção de paralelo utilizado neste tipo de trabalho.

Sobre a intervenção nas moradias, o autarca garantiu que cerca 30 casas já foram seleccionadas e que a primeira intervenção naquele povoado vai ser na requalificação urbana.

“Gostaria de destacar também que temos um investimento privado que vai gerar mais de seis mil emprego, há mais de um ano, e que tem estado em discussão e que já foi apresentado no Fórum de Boston e na conferência nas ilhas Seicheles”, concluiu Miguel Rosa.

WN/AA

Inforpress/Fim

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