Maio: Enfermeiros congratulam-se com atribuição do nome do profissional Ilídio Évora Santos ao Centro de Saúde do Maio

Porto Inglês, 25 Set (Inforpress) – A classe da enfermagem na ilha manifestou, hoje, a sua satisfação, pela atribuição do nome do enfermeiro Ilídio Évora Santos ao Centro de Saúde, realçando a dedicação e o empenho daquele profissional em prol da Saúde na ilha.

Em declarações à Inforpress, o enfermeiro Alexandre Andrade, companheiro de longa data do colega Ilídio Santos, assegurou que este merece mais do que esta singela homenagem, pela sua dedicação e empenho à causa da Saúde e do bem-estar da população durante mais de três décadas em serviço do povo maiense, mesmo com “grandes dificuldades” que enfrentou no inicio.

“É uma pessoa que partiu, mas a sua memória permanecerá entre nós, porque partiu o homem, mas a obra ficou, por isso acho que ele merece muito mais do que isso, porque ele deu muito para a nossa ilha, principalmente no sector da Saúde”, recordou.

Alexandre Andrade disse ainda que quando chegou à ilha para trabalhar no inicio da década de 90, o enfermeiro Ilídio Évora Santos foi para ele “mais do que um colega”, “um grande conselheiro, pai e amigo”.

Não escondendo a “grande nostalgia”, o antigo colega de profissão do homenageado disse que é com “sentimento de alegria” que vê este reconhecido, em parte devido legado deixado pelo companheiro de mais de 25 anos de trabalho.

Para aquele enfermeiro, esta homenagem não deve “parar por aqui” e garantiu que a classe vai continuar a trabalhar para que a sua memória seja lembrada, sempre pelos maienses e não só, porque com a sua morte o Centro de Saúde sentiu “muito a sua falta”.

Por seu lado, Ester Cardoso, colega também de longa data do homenageado, disse que com a morte de Ilídio Évora Santos, o país e a ilha do Maio ficaram “mais pobre”, porque, conforme avançou Ilídio, Évora Santos deu tudo de si para o seu povo, enfatizando que “com esta homenagem sentem-se tristes, mas ao mesmo tempo alegre, porque foi uma “homenagem bem feita e bem atribuída”.

Ester Cardoso realçou que, nos mais de três décadas de muito trabalho, o homenageado sempre mostrou ser um “conselheiro e companheiro” de todas as horas”, lembrando que “ele foi também bom filho, bom pai e bom esposo”, a quem teve de recorrer muitas vezes em momentos difíceis.

“Se for para escrever, faltará tanto tinta como papel”, disse, concluindo que o malogrado “merece todo o respeito e carinho” da população do Maio.

WN/JMV

Inforpress/Fim

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