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Maio: Empresas consórcios e MIOTH assinam consignação para o arranque das obras da requalificação do porto

Porto Inglês, 28 Set (Inforpress) – As empresas consórcios Armando Cunha, Teixeira Duarte e Sociedade Empreitada e Trabalho Hidráulica e o Governo, através do MIOTH, assinaram, sexta-feira, na ilha do Maio, o auto de consignação para o arranque das obras da requalificação do porto.

Em representação do Governo, o director-geral das infra-estruturas de Cabo Verde Carlos Correia, assegurou que as obras já podem ser consideras iniciadas, visto que as empresas estão a ultimar os esforços para iniciarem com os trabalhos da construção do estaleiro, assim como de reconhecimento da realidade da ilha.

Questionado se as obras não vão ter impacto no visual tanto no ecossistema da baía da praia de beach rotcha, aquele representante afiançou que tudo está sendo acautelado, com vista a ter o mínimo de impacto possível, além disso salientou que as obras vão decorrer nas imediações da reserva natural da ilha, salinas de Porto Inglês, todavia informou que estão a trabalhar em parceria com os responsáveis das áreas protegidas na ilha.

“A empresa vai trabalhar no estudo geofísico da praia, no sentido de ver como vai ser trabalhado a questão do quebrar, em que possivelmente vai ser utilizado tanto as pedras locais como os blocos em betão”, informou.

Para o edil maiense, Miguel Rosa, o acto significa o início de “uma nova era” para o desenvolvimento da ilha do Maio, principalmente no sector do turismo e desenvolvimento económico e social, o que, na sua opinião, vai também contribuir para que a ilha possa contribuir no aumento do PIB nacional, tendo em conta que a referida infra-estrutura vai ter impacto na economia nacional, visto que vai criar mais emprego.

“Hoje eu diria que é um dia muito importante para os maienses, entretanto eu chamaria atenção a todos os intervenientes neste processo que a dinâmica da ilha e o processo de desenvolvimento não se rima com a lentidão e muito menos com sentimento de pessimismo”, salientou, enfatizando que o futuro da ilha é “promissor” em todos os sentidos.

Miguel Rosa lembrou ainda que neste pacote de financiamento existe uma verba para dinamizar o sector do comércio, principalmente para empoderar as mulheres, além de financiamento para reabilitação do centro de formação profissional e casa dos pescadores na cidade do Porto Inglês.

A obra está orçada em 2.200 mil contos, financiado pelo Banco Africano de Desenvolvimento em 83,5 por cento e pelo Governo de Cabo Verde em 16 por cento e terá uma duração de 18 meses, altura em que vai ser construído duas rampas roll on roll off, uma cortina lateral e um quebra mar na parte sul.

WN/ZS

Inforpress/Fim

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