Maio: Empresa Águas e Energia do Maio pretende recorrer à energia fotovoltaico para produção de água dessalinizada

Porto Inglês, 26 Jun (Inforpress) – A Empresa Águas e Energia do Maio pretende recorrer à energia fotovoltaico para a produção de água dessalinizada, com investimento de 100 mil contos para instalação de um parque solar, financiada pela cooperação Lux Del.

Segundo o director técnico da empresa Água Energias do Maio Michael Frederico, com este investimento pretendem mobilizar cerca de 500 megawatts de energia através de energia solar, por forma a diminuírem, significativamente, o consumo da energia produzida pela empresa de distribuição de energia.

Conforme explicou à Inforpress, a maior despesa mensal daquela empresa tem a ver com o pagamento da factura do consumo de energia que ronda os dois mil contos mensais, pelo que prevêem reverter essa situação nos próximos dez meses, data em que vai estar concluída a obra já em curso.

Aquele responsável lembrou ainda que este projecto estava previsto para arrancar no primeiro trimestre deste ano, mas com a chegada da pandemia do coronavírus ao País, acabou por atrasar os trabalhos, mas que tudo já está encaminhado para que a empresa venha diminuir os custos de produção.

Questionado se esta diminuição de custo de produção vai repercutir na tarifa de água que os consumidores pagam mensalmente, o director técnico salientou que esta pode vir a ser uma realidade, mas salientou que esta medida é regulada pela entidade responsável para este sector e, caso se venha a verificar, seria bem aceite pela empresa.

Michael Frederico avançou ainda que com este projecto vai ser reforçada a unidade de produção com mais uma máquina dessalinizadora com a capacidade para 300 metros cúbicos, acrescentado aos mais 600 metros cúbicos produzidos diariamente naquela estação de água em Ponta Preta.

A empresa tem capacidade de produzir 800 metros cúbicos diário, sendo 600 metros cúbicos na unidade de produção em Ponta Preta e os restantes nas instalações de Ribeira Don João e Pedro Vaz, o que Michael Frederico considerou ser suficientemente para superar a demanda actual que ronda os 500 a 600 metros cúbicos diário.

WN/DR

Inforpress/Fim

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