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Maio: Criadores de gado dizem-se “afrontados” com ataques frequentes de cães vadios que têm dizimado várias cabeças de animais

 

Porto Inglês, 05 Set (Inforpress) – Os criadores de gado do perímetro agrícola de Monte Vermelho dizem estar “afrontados” com ataques frequentes de cães vadios, que têm vindo a dizimar os seus animais e pedem intervenção urgente das autoridades para pôr cobro à situação.

Em conversa com a Inforpress, o agricultor e criador de gado na zona agrícola de Monte Vermelho Alexandre Monteiro assegurou que na madrugada desta segunda-feira o seu curral foi atacado por cães vadios que lhe mataram dois “bezerros” de apenas um mês de idade, e disse não saber o que fazer neste momento.

Aquele criador revelou ainda que não é a primeira vez que esta situação acontece na sua propriedade, apesar de “muita insistência” junto das autoridades na ilha para solucionar este problema, “nada tem sido feito neste sentido” e por esta razão não sabe a quem recorrer. Enquanto isso, queixa-se, tem vindo a acumular diversos prejuízos.

“Já não sabemos o que fazer, porque as entidades responsáveis na ilha não têm vindo a tomar nenhuma iniciativa para pôr cobro a esta situação, enquanto isso somos nós a ter prejuízos a cada dia que passa”, notou.

Conforme adiantou, a situação tem vindo a piorar dia após dia, por isso teme que coisas mais graves possam vir a acontecer e sublinhou, dizendo que qualquer dia desses os próprios habitantes podem ser atacados por estes cães e que “de forma como estão agressivos podem até matar quem encontrarem pelo caminho”.

Por seu lado, Justino Monteiro disse à Inforpress que na semana passada a sua propriedade foi invadida por cães que dizimaram três cabeças de cabras e um porco e que também conseguiram entrar em outros currais.

“Não foi somente no meu curral que fizeram isso. O meu irmão também infelizmente sofreu com este ataque em que os cães lhe mataram duas cabeças de porcos, por isso já não sabemos o que fazer perante tanta passividade das autoridades na ilha”, lamentou.

Na semana passada, o mesmo episódio aconteceu na vila da Calheta e na zona norte da ilha em que os criadores perderam várias cabeças de animais e perante esta situação a edilidade e a Delegacia de Saúde ainda não se pronunciaram, alegando estar a decorrer uma discussão com as autoridades nacionais, no sentido de se encontrar a melhor solução para este caso.

WN/ZS

Inforpress/Fim

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