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Lourenço Lopes pede “espírito aberto” para encontrar melhores soluções para a Comunicação Social

Cidade da Praia, 24 Jun (Inforpress) – O secretário de Estado Adjunto do primeiro-ministro, Lourenço Lopes, defendeu hoje a necessidade de se ter “espírito aberto” para “ouvir os diferentes actores” e encontrar as “melhores soluções” para o sector da Comunicação Social em Cabo Verde.  

“Temos que ter espírito aberto para avaliarmos a evolução do sector no País, as competências dos diferentes órgãos que trabalham com competências no sector da Comunicação Social”, precisou o governante, que indicou ser necessário “ajustar e encontrar as melhores soluções” que permitam “um bom funcionamento” do sector em Cabo Verde, para “um bom funcionamento do sistema democrático”.

Lourenço Lopes, que coordena o sector da Comunicação Social, fez estas declarações à imprensa no final de um encontro com a Comissão de Carteira Profissional dos Jornalistas (CCPJ), no Gabinete do Primeiro-ministro, no Palácio do Governo.

O governante disse ainda que o Governo está neste início de mandato a ouvir os diferentes actores que laboram no sector para ter um diagnóstico da situação geral.

Quanto ao encontro com a CCPJ, que foi representada pela sua presidente, a juíza Ângela Rodrigues, e pelo seu secretário, o jornalista Nélio dos Santos, Lourenço Lopes referiu-se a dois “aspectos fundamentais”, que nomeou, o subsídio que o Estado disponibiliza à CCPJ e o espaço onde a mesma funciona.  

“Diria que há condições (…) há abertura para avaliarmos esse subsídio que é atribuído pelo Estado à Comissão de Carteira Profissional para que funcione com regularidade, normalidade e para que cumpra o seu papel, nomeadamente na acreditação dos jornalistas e também na própria localização da actividade jornalística”, sublinhou.

Quanto ao espaço onde funciona a CCPJ, nas instalações da Associação Sindical dos Jornalistas de Cabo Verde (AJOC), Lourenço Lopes frisou que tudo deve ser feito para que essa comissão funcione bem.

“[A CCPJ] é mais um elemento importante para que o sector seja visto com responsabilidade e é isto que nós queremos para o futuro, que o sector da Comunicação Social, à semelhança de outros sectores da actividade económica e social em Cabo Verde, seja também uma prioridade”, concluiu.

GSF/AA

Inforpress/Fim

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