Literatura: Casimiro de Pina lança “Sociedade Civil, Estado de Direito, Economia e Governo Representativo”

 

São Filipe, 30 Ab. (Inforpress) – A obra literária “Sociedade Civil, Estado de Direito, Economia e Governo Representativo” do jurista e investigador e Casimiro de Pina foi esta manhã apresentada na cidade de São Filipe pelo Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca.

Com cerca de 800 páginas e dado à estampa pela “Chiado Editora”, o livro que tem como subtítulo “repensando a tradição liberal – conservador no século XXI, conta com prefácio de Heitor de Paola.

O escritor apresenta esta segunda obra da sua criatividade, numa essência da “liberdade de viver e deixar viver em paz”, e explica que o que o levou a escrever esta obra, “não são propriamente as divagações intelectuais” mas sim, “algo comum”.

A esse respeito, afirma ter constatado que os “países que são mais ricos e mais prósperos são os países que prezam a liberdade” e que não é preciso grandes citações, tendo sublinhado que espera uma visão crítica por parte dos leitores acerca desta obra literária porque “perdeu muito tempo a escreve-la”.

O livro é fruto de uma compilação de textos de arquivos e ensaios registados na imprensa e nos novos meios de comunicação evidenciados, pelas novas tecnologias de informação e conhecimento.

Para Jorge Carlos Fonseca, trata-se de textos assumidamente críticos que, na sua forma de denunciação, combina a ambiguidade, a ironia, a subtileza e a “mordacidade ferida pelo talento”.

Segundo Jorge Carlos Fonseca, que é também escritor, é uma obra ricamente baseada numa bibliografia muito vasta, “claramente inter e multidisciplinar, da ciência política ao direito Constitucional, de sociologia à filosofia”.

Jorge Fonseca enaltece também a cultura do autor e seu espírito empreendedor, não obstante as criticas às suas teses, por entender que o discordar por si só demonstra a força do que se escreve e das ideias que se empreguem no trabalho.

Segundo disse, a obra está subdividida em dois livros, com o primeiro sistematizado numa expressão clara e sofisticada de um pensamento filosófico e político essencial e que depois vai desenvolvendo e espelha nos diferentes ensaios e artigos do livro que se segue.

A concluir, Jorge Carlos Fonseca afirmou ainda que a obra é marcada pelo seu “núcleo irredutível”, o culto e o amor à liberdade, democracia, justiça, verdade cívica e a uma ética republicada de valores, e ressalva que ambos partilham essencialmente a defesa de uma constituição da liberdade, enquanto pilares fundamentais do liberalismo.

SR/FP

Inforpress/Fim

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