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Legislativas 2021/Santiago Sul: “Só vamos ter uma população equilibrada se tivermos um parlamento que se preocupa” – cabeça-de-lista PTS

Cidade da Praia, 06 Abr (Inforpress) – O cabeça-de-lista do PTS em Santiago Sul às legislativas do dia 18 defendeu hoje que só é possível ter uma população equilibrada, se houver um parlamento consciente e que se preocupa com as situações das famílias e das comunidades.

Carlos Lopes fez estas considerações em declarações à Inforpress, após contactos com moradores do bairro do Brasil, em Achada Santo António, onde contou com o apoio do líder interino do Partido do Trabalho e da Solidariedade, que o acompanhou nesta jornada.

Para este jovem candidato o bairro do Brasil, que fica a poucos quilómetros da Assembleia Nacional, não tem sentido a presença dos 72 deputados que os representam, visto que é uma zona que “carece de muitas coisas”.

“É uma zona vizinha da Assembleia, mas reparamos uma grande ausência dos nossos deputados. Nós queremos fazer diferente, porque, deputado, para representar o povo, primeiramente, tem de o conhecer, tem que estar perto dele para sentir as suas necessidades e depois levar as preocupações para reflectir no parlamento e criar alternativas no tempo certo”, considerou.

No seu entender, “quando um parlamento cochila, o Governo dorme e o povo fica abandonado”, por isso, o PTS almeja estar na Assembleia Nacional para que haja um parlamento equilibrado, representativo e com presença dos jovens.

No entanto, sublinhou, o bairro do Brasil é a prova de que a localidade de Achada Santo António está dividida ao meio, uma vez que este bairro depara com déficit de casas de banho, habitação, de acesso aos serviços de saneamento e de insegurança.

Em relação à questão da segurança, Carlos Lopes defendeu que não basta ter policiamento de proximidade, é necessário dar alternativa aos jovens para que estes possam envergar para outros caminhos, por exemplo, os da arte e do desporto.

“Não é só trazer polícia não, porque ASA tem duas esquadras, mas reparamos que a segurança está do outro lado. A segurança está no lazer, na cultura, na arte, no desenvolvimento humano. É aqui que precisamos de apostar no desenvolvimento dos jovens, (…) na criação de condições na habitação”, sugeriu.

O futuro desta comunidade, segundo Carlos Lopes, está nas mãos dos moradores, pois eles é quem têm o poder de decidir quem vai governar o país nos próximos cinco anos.

Às legislativas do dia 18 para eleição de 72 deputados em 13 círculos eleitorais, dos quais dez no País e três na diáspora, concorrem seis partidos – PAICV, MpD, UCID, PTS, PSD e PP.

PAICV, MpD e UCID concorrem em todos os círculos, PP em seis círculos (Santiago Sul, Santiago Norte, Boa Vista e os três da diáspora), PTS também em seis círculos (São Vicente, Santiago Sul, Santiago Norte e três diáspora), e PSD em quatro círculos (Santiago Norte, Santiago Sul, América e África).

As últimas eleições legislativas em Cabo Verde ocorreram no dia 20 de Março de 2016, tendo o Movimento para a Democracia (MpD) vencido com maioria absoluta, ao eleger 40 deputados, o PAICV 29 e a UCID três.

AM/CP

Inforpress/Fim

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