Jovens das aldeias SOS visitam NOSi para se inteirarem de oportunidades de formação e emprego na área das TIC

 

Cidade da Praia, 17 Ago (Inforpress) – Cerca de 27 jovens das Aldeias Infantis SOS de Cabo Verde visitaram hoje o NOSi com o propósito de se inteirarem das oportunidades de formação e emprego na área das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC).

Em declarações à imprensa, o responsável das Aldeias SOS, Marco Paulo, explicou que a visita dos jovens ao Núcleo Operacional da Sociedade de Informação (NOSi) vem na sequência da VII Edição de Formação Nacional de Capacitação de Jovens SOS para Autonomia, que está a decorrer desde o dia 13 de Agosto, no Tarrafal de Santiago.

Conforme indicou, a formação deste ano que reuniu jovens das unidades de Assomada, São Domingos e São Vicente prestes a deixarem as Aldeias SOS para se inserirem na sociedade, teve como foco discutir a empregabilidade jovem, por isso essa visita.

Segundo este responsável, com a visita acreditam que as áreas das TIC é uma área “bastante forte” e tem “grandes oportunidades” de emprego.

Marco Paulo lembrou que em Julho último as Aldeias Infantis SOS assinaram um memorando de entendimento com o NOSi, em que esta instituição compromete-se em ser um “grande parceiro” para os ajudar neste trabalho com os jovens.

Por seu turno, Orlando Tavares, em representação do NOSi, disse que o objectivo essencial da instituição foi apresentar aos jovens a estrutura da instituição e as diferentes especialidades e oportunidades da área das TIC, tendo em vista uma boa integração no mercado de trabalho.

Avançou que o NOSi tem em curso um programa de estágio remunerado a nível nacional, destinado a todos os jovens, sendo que estes podem candidatar-se e submeter-se a um exame e que os 12 melhores classificados entrarão no programa.

“Hoje Cabo Verde precisa sim de jovens com conhecimento para desenvolver soluções nas mais diversas áreas, não apenas a nível da governação electrónica do Estado, mas também para agricultura, saúde, a nível da nossa sub-região e da CPLP”, enfatizou.

Para o jovem António Alves, que almeja ter um negócio próprio nas áreas das TIC, este programa é uma “boa oportunidade” tendo em conta que sempre sonhou em vir a ser técnico de informática.

FM/FP

Inforpress/Fim

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