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Jornalistas consideram PNJ “incentivo” para melhorarem seu trabalho

Cidade da Praia, 31 Mai (Inforpress) –  Os jornalistas premiados com o Prémio Nacional do Jornalismo (PNJ) consideram que o prémio é um incentivo para melhorarem o seu trabalho.

As jornalistas Sara Almeida, do Expresso das Ilhas, Ângela Monteiro, da Rádio de Cabo Verde, e Maria da Luz Neves, da Televisão de Cabo Verde, foram as vencedoras da sexta edição do PNJ e receberam a distinção em cerimónia presidida pelo Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca.

A jornalista da Televisão Cabo Verde (TCV)  Maria da Luz Neves, que venceu na categoria de televisão com a reportagem “Depois da Dor”, disse que este prémio “é sempre um incentivo” para que os jornalistas melhorem o seu trabalho e ainda confere “mais força” para prosseguirem, “apesar das dificuldades”.

“Eu gosto do jornalismo. Jornalismo para mim é uma paixão. É sempre bom retratar os temas sociais, chamar a capítulo os actores políticos quando as coisas não estão bem para que se consiga melhorar. É este o papel do jornalista e é isto que tentei fazer na reportagem”, declarou.

A jornalista da Rádio de Cabo Verde (RCV) Ângela Monteiro, por seu lado, que venceu com a reportagem “Situação do celeiro agrícola Justino Lopes”, disse que o PNJ é um reconhecimento de um trabalho “exaustivo” e que teve no seu andamento a “perspicaz vontade ” de trazer à tona a história da empresa Justino Lopes.

Conforme disse, este prémio “é gratificante” e um  mérito, e ainda um impulso para continuar este trabalho de investigação jornalística.

Agora, o desafio que fica, segundo Ângela Monteiro, é dar continuidade a este trabalho apresentando uma reportagem televisiva com vista a concorrer, no próximo ano, na categoria de televisão.

Apesar de ausente, a jornalista Sara Almeida, do Expresso das Ilhas, que venceu na categoria de imprensa, com a reportagem “União de facto na adolescência: meninas-mulheres ou a vida antes do tempo”, deixou um vídeo onde agradeceu a sua empresa pela oportunidade que dá aos jornalistas de desenvolverem um trabalho “mais profundo” e de investigação jornalística.

O jornalista Luís Carvalho, da Inforpress, mostrou-se satisfeito pela menção honrosa que recebeu, na categoria imprensa,  com a reportagem “Os dois Irmãos: a realidade que antecede ficção”.

Luís Carlos afirmou que o prémio maior foi-lhe atribuído pelo público, isto é, as pessoas que leram o seu trabalho e que fizeram questão de sublinhar que o mesmo merecia ser premiado  com o PNJ.

“Depois da decisão do júri recebi muitas felicitações, quer por telefone, quer através das redes sociais, de pessoas a dizer que estavam a espera que o meu trabalho fosse premiado pela sua particularidade. Estou satisfeito”, sublinhou.

AM/AA
Inforpress/Fim

 

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