Jornalista Eugénio Teixeira lança revista “A Minha Caminhada Enquanto Repórter Desportivo”

Cidade da Praia, 18 Dez (Inforpress) – O jornalista da Rádio Televisão Cabo-verdiana (RTC) Eugénio Teixeira lançou esta sexta-feira na sede da AJOC, a revista “A Minha Caminhada Enquanto Repórter Desportivo”, magazine que retrata o seu percurso durante 30 anos na rádio e televisão.

Com edição do próprio autor, nesta revista de 44 páginas, Eugénio Teixeira traça a radiografia do seu longo percurso como jornalista desportivo, pelo que disse sentir-se “privilegiado em ter entrado para o mundo da comunicação e narração dos acontecimentos desportivos”.

Retrata a forma como tem dado o seu “contributo de forma incansável para a promoção do desporto nacional”, alegando que à semelhança de outros tem “dado tudo de si, para que os jovens pudessem ter a paixão pela prática das diferentes modalidades”.

Referenciado como um dos maiores relatores de sempre de Cabo Verde, com incidência sobretudo para relatos de futebol com passagens pelos quantos quatro do mundo na transmissão dos relatos e reportagens desportivos de modalidades diversas, Eugénio Mariano Teixeira partilha a sua vasta experiência neste campo que começou em 1987, na então RNCV.

Na “Minha Caminhada Enquanto Repórter Desportivo”, o autor descreve as suas saídas internacionais e as peripécias vividas como o golpe de Estado vivido em Abidjan, os encantos como a conquista da primeira medalha de Ouro para Cabo Verde, a participação da selecção de Cabo Verde n sua primeira participação no CAN’2013.

Premiações, memórias, a forma como teve um papel determinante na formação de nova geração de relatores, bem como testemunhos de entidades do mundo do desporto de modalidades diferentes que enaltecem as suas qualidades afiguram-se ainda nesta revista, deste repórter que se gaba de ter abraçado esta careira com “fato macaco e com brio profissional”.

Considerou que ao longo destas três décadas de muita batalha em termos de divulgação desportiva, tem dado o sem papel para que o desporto pudesse ser visto com outros olhos, depois de várias narrações desportivas no País e estrangeiro com selecções e equipas cabo-verdianas nas competições e missões diversas.

Revela que muitas destas funções foram feitas em situações difíceis, como relatar em cima da cadeia em São Nicolau ou sobre carrinhas no interior de Santigo ou mesmo em cima do andaime no Maio, para além de retratar jogos em países em situações de conflictos armados, “mas sempre com o espirito de paixão”.

A apresentação da revista teve como palco a sede da Associação dos jornalistas de Cabo Verde (AJOC) e esteve a cargo do decano dos jornalistas desportivos de Cabo Verde da actualidade, Santos Nascimento, editor com quem iniciou as primeiras pisadas no mundo do jornalismo desportivo.

SR/DR

Inforpress/Fim

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