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“Jorge Carlos Fonseca foi um Presidente à altura daquilo que a alta magistratura da  Nação exige” – primeiro-ministro (c/áudio)

Cidade da Praia, 22 Out (Inforpress) – O primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, considerou hoje que Jorge Carlos Fonseca foi um Presidente que esteve “sempre à altura” daquilo que a alta magistratura da Nação exige por parte dos cabo-verdianos.
Em declarações aos jornalistas, após o último encontro com o actual Presidente da República, o primeiro-ministro acrescentou que para além de “bom parceiro” do Governo, foi um chefe de Estado “presente e activo”.“Atravessamos todos momentos muito difíceis e ele esteve sempre na vanguarda, no sentido de motivar, estimular e passar mensagens positivas  para o País nas fases de crise, como as secas e a pandemia”, precisou  Ulisses Correia Silva, considerando que   fica  um “Presidente que marcou  a sua  presidência  pelo elevado nível de desempenho”.

Afora isto, Ulisses Correia e Silva informou que Cabo Verde está a aguardar a vacina da Pfizer, oferecida pelos Estados Unidos da América, para iniciar o processo de vacinação de adolescentes e crianças dos 12 aos 17 anos.

“Isto para atingirmos uma maior cobertura possível   e será um processo mais rápido e bem conseguido porque as vacinações vão ser nas escolas e nos liceus, onde teremos também a presença da equipa de saúde”, explicou,

Questionado pelos jornalistas sobre a retoma do turismo de cruzeiro, Ulisses Correia e Silva   disse que é um “bom sinal”, levando em conta, considerou, que Cabo Verde saiu da lista vermelha do Reino Unido, que significa, conforme  apontou, a abertura   de portas para a chegada de mais turistas ingleses, que representam mais 25 por cento (%) dos visitantes que chegam a Cabo Verde.

“O turismo de cruzeiro começa a dar o seu sinal e creio que temos condições para a retoma no chamado turismo de Inverno, que vai de Setembro até Março (…) a vinda de turistas é mais dinheiro que fica a circular dentro da economia nacional e é também a retoma do emprego”, notou o primeiro-ministro.

No entanto, advertiu que a situação do País vai continuar a ser “difícil” devido à crise económica e social, derivada da pandemia, ajuntada à crise mundial da energia e um ano agrícola “não muito bem conseguido” em chuvas.

 “O reforço da retoma vai ser muito exigente, mas temos a confiança de que melhores dias virão e que é preciso fazer um grande trabalho para que possamos ultrapassar esta fase mais difícil e colocar Cabo Verde na rota de crescimento”, advertiu Ulisses Correia, apontando que há sinais positivos através da dinâmica dos investimentos directo estrangeiros, “que tem estado a aumentar.

OM/AA

Inforpress/Fim

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