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Investigadores da PN e da PJ participam de formação on-line sobre análise e informação criminal

Cidade da Praia, 10 Mai (Inforpress) – Um grupo de investigadores da Polícia Nacional (PN) e da Polícia Judiciária (PJ) iniciou hoje uma formação on-line sobre análise e informação criminal, implementada pelo Escritório das Nações Unidas em Cabo Verde (ONUDC) e financiado pelo Governo dos EUA.

Em declarações à imprensa, após o acto de abertura do evento, o director nacional da PJ, António Sebastião Sousa, afirmou que a formação de cinco dias, que acontece no âmbito das actividades comemorativas do XXVIII aniversário da Polícia Judiciária, que se celebra no próximo dia 12 de Maio, tem por objectivo formar profissionais da Polícia Nacional e da Polícia Judiciária para poderem trabalhar informações que possam ser relevantes para a prevenção e investigação criminal.

“Estamos a falar de informações relacionadas com a prática criminal, podem ser também informações que podem prevenir a prática de crimes, ajudar os profissionais a saberem onde é que incidem actos de incidência criminal, sobretudo dos crimes urbanos que são praticados nas maiores cidades de Cabo Verde”, disse.

António Sebastião Sousa disse ainda que a formação irá ajudar os formandos também a decidir sobre onde incidir as actividades de prevenção, assim como sobre as actividades na parte que tem que ver com a recolha da prova e apoiar a investigação criminal.

Questionado sobre a pertinência do Centro de Formação da Polícia Judiciária, o director nacional da PJ respondeu que o mesmo “é importante”, não só para garantir a formação inicial, mas também a formação contínua dos funcionários.

“É um projecto muito importante para a PJ, mas também pode ser utilizado para os demais fósseis ou outros serviços que entendam usá-lo para fim de formações”, completou.

Ainda nas suas declarações, António Sebastião Sousa ressaltou que a investigação que tem a ver com o uso das tecnologias de informação para a prática criminal é uma parte importante, pelo que as autoridades devem estar cientes dessa realidade.

“Por isso, temos que ter técnicos, sobretudo peritos em engenharia informática, capazes de poderem extrair as informações e fazer perícia para ajudar na investigação criminal. Nós também estamos a apostar nesta vertente formativa, quer dos investigadores para a área dos crimes cibernéticos, mas também para a área de informática forense”, defendeu.

GSF/JMV
Inforpress/Fim

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