Inspector-Geral da IGAE promete actuar no reforço institucional e na colaboração com as instituições

Cidade da Praia, 26 Nov (Inforpress) – O inspector-geral da IGAE, Paulo Monteiro, disse hoje que vai actuar, essencialmente, no reforço institucional e na capacidade interna, na cooperação com entidades públicas e privadas e na recuperação da confiança junto dos operadores económicos.

Paulo Monteiro fez esta afirmação, durante a sua tomada de posse como inspector-geral da Inspecção Geral das Actividades Económicas (IGAE), num acto que foi presidido pelo primeiro-ministro Ulisses Correia e Silva, na Cidade da Praia.

Conforme explicou, urge reforçar a capacidade institucional com os meios técnicos e recursos humanos, assumindo um papel de relevo e cumprindo com eficácia a missão da IGAE.

Paulo Monteiro disse que as parcerias internacionais, particularmente com os países da Comunidade dos Países da Língua Portuguesa (CPLP), permitirão o reforço técnico dos inspectores e demais colaboradores da IGAE, através de formações concretas.

Por outro lado, destacou que a cooperação com a Polícia Nacional, com a Polícia Judiciária, com a ERIS, com a Direcção Nacional da Saúde Pública, com a ARME, com o Serviço Nacional de Protecção Civil, com as Delegacias de Saúde e com as câmaras municipais, entre outros, será essencial para o desempenho da IGAE.

Por sua vez, o primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, saudou e agradeceu a Paulo Monteiro por ter aceite o desafio, estando o país a viver uma situação de pandemia, e com a necessidade de reforçar acções de fiscalização e de prevenção em prol da saúde de todos, quer a nível do consumo, quer a nível da segurança das regras sanitárias.

“É importante a missão da IGAE na sociedade e na economia, tendo em conta a necessidade de salvaguardar, fiscalizar e fazer cumprir normas contra infracções antieconómicas e contra a saúde publica”, frisou.

O chefe do Governo apontou ainda o “importante o papel da IGAE” na fiscalização do cumprimento da lei do álcool pois, assinalou, os problemas actuais “não se centram somente na covid-19” mas, também, com o consumo abusivo e a produção de aguardente de má qualidade.

HR/HF

Inforpress/Fim

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