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INSP faz balanço “positivo” das actividades levadas a cabo para divulgar Ano Nacional da Hipertensão Arterial

Cidade da Praia, 16 Jul (Inforpress) – O administrador executivo do INSP, Júlio Rodrigues, considerou hoje “positivo” o balanço, a meio percurso, das actividades que foram levadas a cabo para declarar o ano 2019 como Ano Nacional da Hipertensão Arterial no país.

Segundo o responsável do Instituto Nacional da Saúde Pública (INSP), em declarações à imprensa, a declaração do ano nacional da hipertensão tem como propósito lembrar a importância da prevenção, já que pelo menos 35% da população cabo-verdiana sofre com a doença.

“Escolhemos o ano 2019 como o ano da hipertensão e promoção de comportamentos saudáveis, porque o país está em transição e as doenças crónicas não transmissíveis estão a assumir um peso maior no panorama orçamental do país”, disse.

Ainda Júlio Rodrigues, grande parte dos factores relacionados com as doenças como diabetes, hipertensão e cancros tem como factor de base factores modificáveis e que dependem do comportamento das pessoas.

Por isso, explicou, a escolha do INSP para chamar a atenção da população para a hipertensão arterial, deve-se ao facto de se tratar de uma doença com vários factores de risco para doenças cervo vascular, insuficiência renal e outros.

Desta forma e perante os riscos da doença, indicou, o INSP resolveu a meio percurso juntar os grupos temáticos criados para a comunicação, mobilização de recursos, promoção de comportamentos saudáveis e prevenção da doença, e literacia da saúde para fazer um balanço do trabalho realizado até então.

Tratando-se de uma doença comum em adultos e idosos, mas também que pode se manifestar em crianças e adolescentes, a iniciativa, segundo o administrador executivo do INSP, vai contribuir para a redução do peso e da hipertensão enquanto problema de saúde pública.

Nesta batalha, indicou haver sensação de que existem coisas que devem ser melhoradas como o engajamento das parcerias e sociedade civil, enquanto que a parte comunicação e mobilização “funcionou bem”.

E para melhorar os dados a nível da hipertensão arterial no país, Júlio Rodrigues apela aos cabo-verdianos a evitarem comidas gordurosas, bebidas alcoólicas, sedentarismo e tabaco.

Para concluir lembrou que no passado Cabo Verde tinha muitos problemas em termos de deficiência nutricional, hoje, afirmou, o problema é com o sobrepeso (obesidade) que tem as suas consequências para o aparecimento da hipertensão e outras doenças.

Combater a hipertensão, segundo alertou, está nas mãos de todos e é “basta querer”.

PC/ZS

Inforpress/Fim

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