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INMG inicia formação de dez jovens quadros na área de observação meteorológica (c/áudio)

Cidade da Praia, 14 Jun (Inforpress)  – Dez jovens novos quadros iniciaram na manhã de hoje, na Faculdade da Educação e Desporto da Uni-CV, uma formação de seis meses para observadores meteorológicos, promovida pelo Instituto Nacional de Meteorologia e Geofísica  (INMG).

Baseado em observação meteorológica,  este curso enquadra-se no projecto REFLOR CV, com o apoio da FAO,  com o propósito de reforçar a capacidade de recolha, análise e divulgação de informação meteorológica fiável a nível nacional, melhorar as capacidades de previsão meteorológica e principalmente de previsão de risco de incêndios florestais.

Tem ainda o intuito de capacitar os formandos quanto à avaliação de riscos climáticos,  enquanto objectivos prioritários plasmados no plano estratégico do INMG.

A administradora deste instituto avançou a imprensa que posteriormente os formandos vão ser integrados num estágio profissional no final desta acção de formação, no Instituto Nacional de Meteorologia e Geofísica, para a recolha de dados e informações meteorológicas, que serão divulgados a nível nacional, para a melhoria da previsão meteorológica e recolha de dados climáticos  

Denise de Pina disse que os formados foram seleccionados a partir de um concurso público no qual “foi levado muito em conta” a situação do emprego e do rendimento familiar, tendo revelado que a formação tem ainda o propósito de colmatar o défice nacional na área.

Enquanto isto, a representante da FAO em Cabo Verde, Ana Touza, considerou que uma das grandes preocupações desta organização das Nações Unidas passa pela redução dos impactos das alterações climáticas nas populações, e que a nível global esta organização tem-se apostado na formação de algumas medidas, assim como desenvolver medidas e incrementos que apoiem nesta tarefa.

Ana Touza referiu que um dos mecanismos é o sistema de alerta precoce para reduzir o impacto de catástrofes, mediante a procura de parcerias e reforço de relações com outras organizações, como a Federação Internacional da Cruz Vermelha, o Centro Climático da Cruz Vermelha, o Programa Alimentar Mundial e a Cruz Vermelha Alemã, visando uma comunicação “eficiente e eficaz”.

Reafirmou que em Cabo Verde “um dos grandes objectivos” do projecto REFLOR-CV, financiado pela União Europeia e pela FAO, é reforçar as capacidades institucionais para o aumento da resiliência e alterações climáticas, através da gestão sustentável da floresta.

O projecto, explicitou Touza, ambiciona ao mesmo tempo reforçar a resiliência das populações rurais, sobretudo dos dependentes dos perímetros florestais.

Considerou determinante a instalação e a operacionalização de um sistema de alerta precoce, para que a comunidade possa ser alertada da situação de risco de desastre num curto prazo.

SR/AA

Inforpress/Fim

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