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Influenciadores adquirem licença para outros países africanos produzirem vacinas da Johnson & Johnson – Afreximbank

Mindelo, 30 Nov (Inforpress) – O presidente do Banco Africano de Importação e Exportação (Afreximbank) , Benedict Oramah, garantiu hoje, no Mindelo, que o “Super Grupo” de influenciadores africanos já conseguiu que outros países do continente produzam vacinas da Johnson & Johnson.

O responsável fez o anúncio durante uma conferência de imprensa, na tarde de hoje, no Mansa Floating Hub, que tinha por objectivo divulgar o retiro do “Super grupo” de influenciadores africanos, que estão reunidos para estudar o desenvolvimento do continente (AI4Dev) juntamente com a PNUD.

Segundo a mesma fonte , a questão da vacinação em África está sendo resolvida através do apoio do Afreximbank, que, inclusive, já doou antes cinco milhões de dólares para suportar o sistema de vacinas nas melhores condições e agora, com todos os outros intervenientes, traz a novidade de ser possível, a partir de agora, produzir vacina da Johnson & Johnson contra o novo coronavírus noutros países do continente africano, além de África do Sul.

A licença foi, ajuntou, “enriquecida e estendida para dois mil milhões de dólares”, mas, existe um “problema”, uma vez que “as vacinas contra a covid-19 são dominadas por políticas públicas”.

Por isso, assegurou Benedict Oramah, está-se à procura de indústrias que possam não só produzir as vacinas, como outros fármacos e ainda se tenta melhorar o sistema actual de aquisição das vacinas.

Quanto ao encontro, que reúne, no Mindelo, 15 influenciadores africanos, a directora do Escritório da PNUD para África, Ahunna Eziakonwa, admitiu ser uma forma de “criar valor” para o continente através da “esperança e responsabilidade”.

Da reunião, que decorre até esta quarta-feira, 01 de Dezembro, deverá sair, segundo a mesma fonte, um plano de acção de como criar uma linha de iniciativas para sectores como a indústria com os recursos africanos.

“Este é o nosso objectivo, porque África é rica e tem muita beleza”, considerou Ahunna Eziakonwa, para quem é preciso extrair as riquezas de África para os africanos.

O presidente da África Development Solution e detentor do Mansa Floating Hub, Samba Bathily, disse ter escolhido Mindelo para o encontro, por ser um dos exemplos da “convergência de negócio, cultura, lazer, música e criatividade”.

Por isso, afiançou, o Mansa Floating é o “primeiro passo” para o “ecossistema” que querem construir na ilha de São Vicente, sustentou Samba Bathily que falou ainda em outros projectos, incluindo um estúdio de gravação de telenovelas e filmes.

LN/JMV
Inforpress/Fim

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