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INE divulga brochura com Indicadores sobre Crianças em Cabo Verde

 

Cidade da Praia, 01 Jun. (Inforpress) – Cinquenta e dois por cento das crianças cabo-verdianas (menores de 17 anos) pertencem ao género feminino, representando 91098, contra 48 por cento de rapazes, 83980, num universo de 175078 crianças, segundo dados do INE de indicadores sobre Crianças.

Nesta brochura estatística sobre a população juvenil de 2016, lançada para assinalar o Dia Internacional de Criança, que se celebra anualmente a 01 de Junho, 50 634 (28,9%) corresponde a faixa-etária dos 10-14 anos, seguida de 48 502 (27,7%) 5 – 9 anos; 44 583 (25,5%) 0 – 4 anos e 31 359 (17,9%) 15 – 17 anos.

A nível educativo, os dados recolhidos em 2015 e 2016 consideram que 23 633 crianças se encontravam inscritas no Pré-Escolar, correspondente a 49,9% para os rapazes e 51,1% para as raparigas, mas com o sexo masculino a superiorizar-se no Ensino Básico com 52% contra 48 afectos as raparigas.

A nível dos registos, dados apurados pelo Instituto Nacional de Estatística referem que em 2015 foram averbadas 9557 crianças, dos quais 4825 rapazes contra 4732 meninas, sendo que 1245 (13,0%) foram registadas sem o nome do pai em 2015. Estudos revelam ainda que a quota de crianças não registadas em 2013 é de 8,1%.

Em Cabo Verde, de acordo com este levantamento do INE em 2015, 37,4% crianças vivem com pai e mãe, enquanto 40,6% vivem só com a mãe.

No campo das novas tecnologias, dados de 2015 consideram que 35,4% das crianças da faixa etária dos 10 a 17 anos usam computador ou tablet, 39,8% têm um telemóvel e que 44,0% destas crianças usam internet.

A taxa de mortalidade infantil, por 1000 nados vivos, diminuiu do ano de 1992 para 2016 de 53,7% para 16,3%, num país onde dados do INE de 2012 consideram que 8% crianças (5-17 anos) exerciam um trabalho a abolir, com maior incidência no meio rural (14%) contra 4% no urbano.

No que concerne a práticas familiares, estudos de 2013 apuram que na maioria, as regras sociais são transmitidas pela mãe (49,4%) ou pelos avôs (24,9%), com o agravante de 56,5% das crianças 0-6 anos são batidas pelos cuidadores em caso de desobediência.

SR/JMV

Inforpress/Fim

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