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IMP e Câmara Municipal da Brava pretendem colocar nadadores-salvadores nos espaços balneares

Nova Sintra, 07 Jul (Inforpress) – A Câmara Municipal da Brava e o Instituto Marítimo e Portuário (IMP) analisaram, esta terça-feira, a possibilidade de colocar nadadores-salvadores nos espaços balneares e nas praias de mar da ilha, para uma maior segurança nestes espaços.

Esta informação foi avançada à Inforpress pelo vereador responsável pelo Pelouro da Educação, Formação e Juventude da Câmara Municipal da Brava, Mário Soares, explicando que esta decisão saiu de um encontro realizado esta terça-feira, entre a autarquia e uma comitiva do IMP chefiada pela presidente do Conselho Directivo, Joana Carvalho.

Este encontro, conforme explicou Mário Soares, teve como principal objectivo reforçar as relações entre as duas instituições, além de abordarem algumas matérias, nomeadamente, a necessidade de a ilha ter nadadores-salvadores nos espaços balneares e praias de mar.

Para isso, o vereador apontou que o IMP já possui um plano formativo elaborado e o orçamento para a formação do pessoal e a câmara municipal, enquanto parceira, vai assinar um protocolo com o IMP com vista à implementação e efectivação deste projecto.

A colocação de nadador-salvador nos espaços balneares e praias de mar, segundo o vereador, vai ser um “reforço” na capacitação da equipa da Protecção Civil Municipal que tem vindo a colaborar com o IMP nas buscas e salvamentos sempre que necessário.

Além de possíveis parcerias, foram analisadas algumas preocupações, nomeadamente, a problemática da apanha de areia nas praias de Furna e de Fajã d´Água, reconhecendo que isto “carece de uma maior fiscalização”. 

A poluição das praias e espaços balneares, remoção de placas nas zonas balneares foram algumas preocupações também levantadas no encontro entre a câmara municipal e o IMP que apelaram ao cumprimento das normas em vigor, uma vez que o não cumprimento das mesmas implica a aplicação de sanções previstas na lei.

O reforço da parceria entre as duas instituições, segundo Mário Soares, é uma forma de garantir uma melhor fiscalização em todos esses níveis por forma a preservar o meio ambiente e zelar pelo bom uso do bem comum.

Mário Soares evidenciou que estas iniciativas estão a ser pensadas na perspectiva da Brava como uma ilha com “grande potencial turístico”, onde o poder local e o Governo de Cabo Verde vêm fazendo investimentos para atrair privados a investirem neste ramo.

Mas, para isso, ressaltou que a população também possui um papel “importante” na preservação da ilha, principalmente, evitando a poluição, uma vez que Brava é vista como uma das ilhas “mais limpas” do país.

MC/HF

Inforpress/Fim

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