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Ilha do Sal: Violência do homem contra mulher ou vice-versa deixa qualquer sociedade triste e abalada – padre Adriano Baptista(c/áudio)

Espargos, 15 Mai (Inforpress) – O padre Adriano Baptista, no Sal, considerou hoje que a violência do homem contra mulher ou vice-versa, é uma situação que deixa qualquer sociedade triste e abalada.

“Temos consciência que isso tem acontecido e devemos sempre lutar para que haja respeito pelo semelhante, pela diferença do outro”, apontou o padre Adriano Baptista que falava à Inforpress, a propósito da celebração do Dia da Família, assinalado, hoje, 15 de Maio.

Para o sacerdote, o que faz isso acontecer é a pessoa não respeitar a diferença do outro.

“Quem ama respeita. A agressão não resolve nada. Isso causa sequelas na vida de qualquer um, da pessoa que foi agredida, das que estão à volta… temos visto isto nos últimos tempos, o que deixa qualquer um triste”, lamentou.

Quem fala da Violência Baseada no Género (VBG) fala também da traição e infidelidade, e neste particular, o padre é peremptório afirmando que “quem ama é fiel”.

“Não parte para a infidelidade, para a traição, aspectos que colocam em causa esta instituição que é a família. Quando uma pessoa escolhe a outra para viverem juntos, tem que ser na base do amor, porque o amor supera todas essas coisas”, observou, analisando que optar pela infidelidade, traição, é “um caminho errado que se segue”.

Isto porque, conforme acautelou, coloca em causa o amor, a família, resultando muitas vezes na separação do casal, e com isso, “são os filhos quem sofrem mais”.

Realçando, nesta medida, a importância da família, o berço, conforme acentuou, onde estão as nossas raízes, o padre Adriano Baptista entende que esta instituição deve ser “respeitada e amada por todos”, e ser protegida de quaisquer ataques que pode estar a sofrer, mormente deste tempo de pandemia provocada pela covid-19.

“Pais e filhos a se respeitarem uns aos outros. Com respeito pela família, amor, solidariedade (…) é a sociedade que sai a ganhar”, concluiu.

“A mensagem principal e fundamental é que cada membro da família possa amar e respeitar-se mutuamente. Porque quando isso acontece, a família cresce, vive em harmonia, num ambiente afectivo e de amor. Em tempos de pandemia, haja esperança, e mesmo em dificuldades ver a graça de Deus, porque a graça de Deus supera todas as coisas”, enfatizou.

A Assembleia Geral da ONU proclamou através da Resolução 117/237, de 20 de Setembro de 1993, o dia 15 de Maio como o Dia Internacional da Família, com o objectivo de chamar a atenção do mundo, governos, responsáveis por políticas públicas, e famílias, para a importância da família como núcleo vital da sociedade, seus direitos e responsabilidades.

A intenção da criação desta data, foi mostrar para a sociedade civil, os maiores problemas que afligem a vida familiar, o seu dia-a-dia, contribuindo no seu enfrentamento na forma mais harmónica possível.

SC/CP

Inforpress/Fim

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