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Ilha do Sal: Presidente da Cruz Vermelha local clama por cadeiras de rodas e fraldas para conforto dos idosos

Espargos, 14 Mai (Inforpress) – A presidente do conselho local da Cruz Vermelha, no Sal, Ivanilda Paris, queixa-se da falta de cadeiras de rodas e fraldas para maior conforto dos idosos, pelo que apela à ajuda das pessoas nesse sentido.

“São necessidades que sempre existiram e continuam a existir. Ficamos de mãos e pés atados porque não conseguimos dar resposta a esta precisão”, acentuou Ivanilda Paris, que falava à Inforpress a propósito da celebração do Dia da Família, assinalado no dia 15 de Maio.

A intenção da criação desta data foi mostrar para a sociedade civil os maiores problemas que afligem a vida familiar, o seu dia-a-dia, contribuindo no seu enfrentamento na forma mais harmónica possível.

A Assembleia Geral da ONU proclamou através da Resolução 117/237, de 20 de Setembro de 1993, o dia 15 de Maio como o Dia Internacional da Família, com o objectivo de chamar a atenção do mundo, governos, responsáveis por políticas públicas, e famílias, para a importância da família como núcleo vital da sociedade, seus direitos e responsabilidades.

Nesta medida, aproveitou a ocasião para apelar às pessoas a ajudarem na obtenção desses materiais, para a melhoria da qualidade de vida dos idosos.

Quanto à assistência aos idosos, particularmente neste contexto que, conforme disse, forçou o encerramento do centro de dia, a responsável referiu que a situação “é delicada”, passando a distribuição de cestas básicas, entrega de refeições e medicamentos a ser feita ao domicílio.

Nesta matéria, contou que a prestação de auxílio também diminuiu por forma a evitar contacto directo com as pessoas nessa idade, para evitar o risco de contágio, preservando assim a sua saúde.

“Além do mais, tivemos algumas idosas que foram infectadas com o vírus da covid-19. Vamos mantendo a ajuda medicamentosa, no encaminhamento às consultas…, mas não com muita frequência como fazíamos antes”, contou.

Lamentando a redução da capacidade de resposta no terreno, comparado com o ano anterior, dada à situação de pandemia local, pelo facto de alguns voluntários da Cruz Vermelha no Sal, terem também contraído o vírus da covid-19, Ivanilda Paris disse que, ultimamente, a estratégia tem sido voltada para acções de formação.

“Na impossibilidade de sairmos no terreno com mais frequência, para evitar aglomerações e risco de contaminação face à situação da covid, aproveitamos o momento para preparar os nossos recursos humanos com formações, de modo a sentirem-se mais seguros quando saem para o terreno”, concluiu.

SC/CP Inforpress/Fim

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