Ilha do Sal: Polícia Nacional recupera objectos roubados avaliados em mais de cinco mil contos (c/áudio)

Espargos, 04 Dez (Inforpress) – A Polícia Nacional (PN) na ilha do Sal recuperou vários objectos roubados, avaliados em mais de cinco mil contos, resultado de diversas operações que vem desenvolvendo, principalmente neste final de ano.

Dos materiais roubados e agora recuperados pela Polícia Nacional destacam-se aparelhos televisores plasma, máquinas de lavar roupa, telemóveis e tabletes, ferramentas, mesas e cadeiras, portas e loiças de casa de banho roubados nos blocos do Projecto Casa para Todos, e frigoríficos, entre vários outros “objectos de valor”.

O comandante da Polícia Nacional, no Sal, Orlando Évora, explicou que as operações derivadas de 11 queixas apresentadas ao comando policial conduziram a alguns dos gatunos que haviam realizado os furtos e roubos, tendo sete deles sido já identificados e conduzidos à unidade.

“Feitas algumas diligências conseguimos recuperar todos esses objectos que estão aqui a ver, de furtos realizados na Casa para Todos, alguns estabelecimentos comerciais na zona da Preguiça, principalmente, Terra Boa, e roubo a pessoas em diferentes pontos da cidade dos Espargos”, contou.

Pelas avaliações, Orlando Évora disse que se está perante mais de cinco mil contos em objectos e produtos roubados.

Desse levantamento, esclareceu que será feito um processo para cada queixa, remetê-los ao Ministério Público para obtenção do mandado de detenção dos indivíduos fora de flagrante delito e serem presentes ao tribunal para primeiro interrogatório.

Entretanto, a entrega destes materiais recuperados pela PN, que se encontram expostos num salão do Comando Regional da PN, será feita à medida que os proprietários forem aparecendo.

Embora a conjuntura “difícil”, motivada pela pandemia da covid-19, que já levou muita gente ao desemprego, possa estar na base desta situação, o comandante Orlando Évora admitindo a hipótese, assegurou, porém, que as estatísticas não apontam para um aumento de criminalidade na ilha.

“A nossa estatística diz-nos, praticamente, o contrário. Não temos tido um aumento exponencial dessas situações”, concretizou, alertando as pessoas no sentido de terem mais cuidado com os seus bens e pertences, já que está-se a viver um momento difícil e o amigo do alheio anda à espreita.

“As pessoas devem ter muito cuidado, guardar os seus objectos, garantir a segurança, porque a segurança não é um papel só da polícia ou das autoridades, é também do cidadão atento. O exercício da cidadania é uma forma de se garantir mais segurança, principalmente nesta quadra festiva”, concluiu.

SC/AA

Inforpress/Fim

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