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Ilha do Sal: Município assinala 13 de Janeiro com lançamento do livro “ACUSHNET AVENUE” de José Cabral

Espargos, 13 Jan. (Inforpress) – O município do Sal assinalou 13 de Janeiro, Dia da Liberdade e da Democracia, com o lançamento do livro “ACUSHNET AVENUE” da autoria de José Cabral, cuja apresentação esteve a cargo de Gualberto do Rosário.

A cerimónia de celebração do Dia 13 de Janeiro teve início no átrio dos Paços do Concelho, com o hastear da bandeira, actuação da Manda Municipal, uma exposição do artista plástico, Ivanilson Andrade, no hall de entrada da câmara municipal, e um momento cultural com a dupla, pai e filha, Elisangela Lima, na voz, e Carlos Lima, Calutcha, ao violão.

Antes de se proceder ao lançamento da obra de José Cabral, cabo-verdiano, da ilha de São Nicolau, o presidente da Câmara Municipal do Sal, Júlio Lopes, fez a sua intervenção de ocasião, destacando a importância da celebração da efeméride, desta vez com a “parceria” da ilha de São Nicolau.

Para Júlio Lopes, esta data é de “elevado significado e valor” para todos os cabo-verdianos, nas ilhas e na diáspora, já que, conforme enfatizou, a vida e a liberdade são os dois “maiores valores” de um ser humano.

“Por isso, comemorar a Liberdade, o dia 13 de Janeiro, é obrigação de todos os cabo-verdianos. Foi graças ao 13 de Janeiro que Cabo Verde é hoje uma República Democrática, com direitos, liberdades e garantias, salvaguardados na Constituição da República”, sublinhou o autarca.

Chegado o momento da apresentação da obra, intitulada “ACUSHNET AVENUE” da autoria de José Cabral, um livro de 283 páginas, que vai na sua segunda edição, Gualberto do Rosário, apresentador deste volume, dispensou o retrato do romance, deixando isso para cada leitor.

Desta forma, instigou as pessoas a lerem o livro, porque, conforme disse, “vale a pena” ler esta obra literária, de José Cabral.
Preferindo fazer apenas alguns comentários e uma pergunta sobre a narrativa, Gualberto do Rosário aumentou, assim, a curiosidade dos leitores.

Um dos comentários teve a ver com a efeméride, referindo que se trata de um momento de reflexão, já que 13 de Janeiro, conforme disse, é acima de tudo “tolerância”.

Prosseguindo com os seus comentários, falou de Baltazar Lopes, o Chiquinho deste livro, realçando a coragem do autor em aceitar o desafio de escrever o livro, uma tarefa “espinhosa e temerária”, uma vez que não podia “afastar-se muito” do modelo de escrita do Baltazar Lopes.

“O que obriga o escritor a emergir de cabeça, na obra literária Chiquinho para tentar, no mínimo, escrever uma obra que seja coerente com Chiquinho. Um desafio que não é para qualquer um. José Cabral conseguiu garantir uma unidade efectiva entre Chiquinho, Baltazar Lopes da Silva e ACUSHNET AVENUE”, concluiu.

Já o autor da obra conta que neste livro, em sede de ficção, mas baseado em investigações científicas, Chiquinho faz toda a vida nos Estados Unidos, trabalha durante 32 anos e regressa em 1962, e vem trabalhar para a emancipação de Cabo Verde.

E, o resto da história as pessoas vão ter que descobrir no romance.

As celebrações da Semana da República, este ano condicionadas pelo contexto da pandemia da covid-19, tiveram início hoje, Dia da Liberdade e da Democracia, e terminarão no dia 20 de Janeiro, Dia dos Heróis Nacionais.

SC/JMV

Inforpress/Fim

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