Search
Generic filters
Exact matches only
Search in title
Search in content
Search in excerpt
Filter by Categories
Politica
Desporto
Economia
Sociedade
Ambiente
Cooperação
Cultura
Internacional
Destaques
Eleições

Ilha do Sal: Mulheres africanas locais celebram efeméride com foco na criação de associação

Espargos, 30 Jul (Inforpress) – Um grupo de mulheres africanas, no Sal, quer ver concretizada a criação da Associação de Mulher Africana (AMASAL) para promover a união da classe, valorizar e fortalecer o seu papel enquanto agentes activos da sociedade salense.

Em nota de imprensa, o grupo dinamizador explica que se pretende com a iniciativa, que acontece no momento que se assinala o Dia da Mulher Africana, celebrado a 31 de Julho, estabelecer sinergias entre as mulheres africanas residentes no Sal, com vista a preparar a caminhada para a criação da organização.

A criação desta organização visa, sobretudo, ser um elemento de união das mulheres africanas residentes na ilha, promover, valorizar e fortalecer o papel destas enquanto agentes activos desta sociedade.

O Dia da Mulher Africana celebra-se a 31 de Julho. A sua instituição remonta a esse dia, no ano de 1962 na Conferência das Mulheres Africanas, em Dar-Es-Salaam, Tanzânia. Esta celebração é reconhecida num total de 14 países e ainda por oito Movimentos de Libertação Nacional.

As mulheres africanas no Sal, marcam a efeméride com uma actividade sócio-cultural alusiva ao dia, aproveitando a ocasião para socializar a iniciativa da criação da organização (AMASAL).

Assim, a partir das 16:00 deste sábado, as dinamizadoras do evento levam a cabo uma actividade no Centro Cultural de Santa Maria, com actuação de tamboreiros, conversa aberta sobre o papel da mulher na sociedade.

Música e dança tradicional de Cabo Verde e Guiné-Bissau, também desfiles de trajes de países como Togo, São Tomé, Serra Leoa, Nigéria, Gâmbia e Senegal, bem como pratos típicos de cada um destes países, fazem parte do cardápio.

É sabido que a mulher, no continente de África, ainda é discriminada. Não obstante, tem vindo a ganhar espaço quer no mercado trabalho, quer no poder.

Em África as mulheres continuam a ser as mais pobres e é sobre elas que recaem vários tipos de violência. A Sida (vírus HIV) é também um problema, visto que o sexo feminino é o mais vulnerável à infecção pelo vírus.

SC/CP

Inforpress/Fim

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
  • Galeria de Fotos